“Por su actitud acertada y prudente, los hondureños se salvaron de la desgracia que viven los pueblos de Venezuela, Ecuador, Bolivia y Nicaragua de entrar en un esquema que consiste en destruir la democracia desde adentro”, dijo Alejandro Peña Esclusa, presidente de la Asociación UnoAmérica.
Peña asegura que lo que se hizo aquí (sustituir a Manuel Zelaya Rosales) fue salvarse de una debacle que hubiera ocurrido si Hugo Chávez le hubiera puesto la mano a Honduras.
“Lo que Chávez no pudo hacer por las buenas, va a tratar de hacerlo por las malas, provocando un conflicto armado artificialmente, financiando un movimiento para que se produzcan unos cuantos muertos, culpar al gobierno de Roberto Micheletti y de esa manera desestabilizarlo y derrocarlo”, dijo.
Ayer llegó a Tegucigalpa una delegación de UnoAmérica, con el objetivo de reconocer al gobierno legítimo de Micheletti, advertir del peligro que sigue en pie con la intención de Chávez de provocar una masacre en Honduras para derrocar el actual gobierno y hacer un levantamiento de información que demuestre que Chávez está provocando un conflicto armado en este país, para acusarlo ante los tribunales internacionales de cometer delitos de lesa humanidad.
“Nosotros creemos que aquí se están cometiendo por parte de Chávez delitos que tipifican como delitos de lesa humanidad, porque este tipo de delitos no solo son los que se ejecutan sino que también los que se pretende ejecutar”, reiteró Peña Esclusa, quien hace su labor desde Bogotá.
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quinta-feira, 16 de julho de 2009
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Cuba Lançando - Ainda
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira, 18, que os embargos econômicos a Cuba não têm sustentação política, ética e moral. Em discurso de recepção ao presidente cubano Raúl Castro, no Itamaraty, Lula voltou a defender a revogação do ato de exclusão de Cuba da Organização dos Estados Americanos (OEA) e pedir o fim do bloqueio à ilha imposto pelos Estados Unidos. "É por isso que o Brasil vai se empenhar para a volta de Cuba à OEA", disse Lula.
Lula, em seu discurso, lembrou que a revolução cubana de 1959 serviu de fonte de inspiração para uma geração brasileira durante o regime militar brasileiro (1964-85). "O patrimônio desse povo revolucionário (cubano) nos inspirou nos tempos terríveis da opressão e continua a nos motivar na construção de um mundo melhor", disse. "Muitas gerações de brasileiros, inclusive a minha, celebraram as transformações sociais que Cuba realizou, nesses últimos 50 anos, e estas mudanças colocaram o seu país na condição de nação extremamente desenvolvida em matéria de saúde e educação", completou.
No discurso, Lula pediu mudanças no sistema econômico e político internacional. "Quando a ganância de uns poucos ameaça as legítimas aspirações de bem-estar de muitos, torna-se inadiável uma profunda revisão no sistema financeiro internacional", afirmou o presidente. "Isso exige que os países em desenvolvimento tenham a voz mais ativa nas decisões que afetam toda a humanidade", completou. Lula ainda elogiou Raúl Castro pela adesão de Cuba a tratados internacionais nas áreas de direitos civis, políticos, econômicos e sociais e culturais. "Isso demonstra que o caminho é o da negociação e não apenas o enfrentamento", disse. O presidente observou que a balança comercial entre os dois países se multiplicou cinco vezes desde 2002. No ano passado, a corrente de comércio somou US$ 412 milhões. Ele defendeu parcerias comerciais e tecnológicas, principalmente nas áreas de agricultura, saúde e exploração de petróleo e gás em águas profundas.
Após o discurso de Lula, Raúl Castro agradeceu o governo brasileiro pela "permanente rejeição" ao bloqueio econômico imposto a Cuba pelos Estados Unidos. Ele defendeu a integração dos países do continente. "Nós, os latinos americanos, somos maiores de idade e já podemos ter voz própria e dizer para os vizinhos do norte do nosso continente, da Europa, da Ásia, do mundo inteiro que podemos dar passos que nos conduzam a outra situação", disse. Ele lembrou que o irmão, o ex-presidente Fidel Castro, tem muito afeto pelo povo brasileiro e por Lula.
Raúl Castro disse que Cuba e Brasil trabalham para que os países do continente não tenham intermediários e possam lutar pelo multilateralismo e pela livre determinação dos seus povos. O presidente cubano ainda agradeceu a Lula pela ajuda do governo brasileiro às vítimas de furacões que, neste ano, causaram danos à ilha. Segundo ele, essas perdas representaram 20% do PIB cubano.
Por Leonencio Nossa, no Estadão Online
Por Leonencio Nossa, no Estadão Online
discurso feito por Lula em 2005 tecendo loas aos membros da entidade.
Agora, os esquerdistas, enriquecidos pelo dinheiro que tiram dos governos, fazem cada vez mais foros (UNASUL, CALC, Mercosul etc.), mas todos eles são apenas mesas diversas para a mesma conversa: a dominação completa da América Latina e a fundação da URSAL (União das Repúblicas Socialistas da América Latina), a fim de "recuperar aquilo que se perdeu no Leste Europeu".
Precisamos URGENTEMENTE nos unir à recém fundada UnoAmérica, dando-lhe apoio para que possamos rechaçar esta estratégia de dominação das esquerdas, antes que terminemos num gulag, numa prisão, como em Cuba, ou num "paredón".
É nosso dever começar a tentar convencer as pessoas menos esclarecidas de que, apesar da aparente calmaria econômica e das bolsas-migalha, o que nosso governante e seus apaniguados, juntamente com os governantes participantes do Foro de São Paulo, querem-nos apenas como escravos, e que, em breve, vão tirar-nos toda e qualquer liberdade que ainda nos resta!
Estamos chegando lá! Em 1990, quando Lula/PT e Fidel/PC Cubano fundaram o Foro de São Paulo, congregando partidos e entidades de esquerda da América Latina - incluindo as FARC -, houve grande interesse em esconder as relações entre todo este pessoal.Várias denúncias foram feitas durante todos estes anos, mas até hoje, muitas pessoas ou desconhecem do que se trata esta entidade ou pensam tratar-se de alguma "teoria da conspiração".
A partir de algumas reportagens feitas por alguns veículos nacionais sérios da mídia (Veja e Estadão), muitas pessoas passaram a acreditar na existência do Foro, principalmente a partir do
Agora, os esquerdistas, enriquecidos pelo dinheiro que tiram dos governos, fazem cada vez mais foros (UNASUL, CALC, Mercosul etc.), mas todos eles são apenas mesas diversas para a mesma conversa: a dominação completa da América Latina e a fundação da URSAL (União das Repúblicas Socialistas da América Latina), a fim de "recuperar aquilo que se perdeu no Leste Europeu".
Precisamos URGENTEMENTE nos unir à recém fundada UnoAmérica, dando-lhe apoio para que possamos rechaçar esta estratégia de dominação das esquerdas, antes que terminemos num gulag, numa prisão, como em Cuba, ou num "paredón".
É nosso dever começar a tentar convencer as pessoas menos esclarecidas de que, apesar da aparente calmaria econômica e das bolsas-migalha, o que nosso governante e seus apaniguados, juntamente com os governantes participantes do Foro de São Paulo, querem-nos apenas como escravos, e que, em breve, vão tirar-nos toda e qualquer liberdade que ainda nos resta!
Estamos chegando lá! Em 1990, quando Lula/PT e Fidel/PC Cubano fundaram o Foro de São Paulo, congregando partidos e entidades de esquerda da América Latina - incluindo as FARC -, houve grande interesse em esconder as relações entre todo este pessoal.Várias denúncias foram feitas durante todos estes anos, mas até hoje, muitas pessoas ou desconhecem do que se trata esta entidade ou pensam tratar-se de alguma "teoria da conspiração".
A partir de algumas reportagens feitas por alguns veículos nacionais sérios da mídia (Veja e Estadão), muitas pessoas passaram a acreditar na existência do Foro, principalmente a partir do
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
América Latina se Une Contra o Foro de São Paulo
A iniciativa da criação desta entidade partiu de Alejandro Peña Esclusa, presidente da ONG Fuerza Solidaria, da Venezuela, que há anos viaja pelo mundo denunciando os ardis do Foro de São Paulo e tentando agrupar pessoas que estejam dispostas a fazer frente ao avanço do comunismo em nosso continente criando um “Anti-Foro de São Paulo”. Finalmente a Federación Verdad Colombia encontrou as condições propícias para organizar o evento que ocorreu neste fim de semana, dias 13 e 14 de dezembro em Bogotá, Colômbia.
Abaixo, segue a tradução, feita por Graça Salgueiro, da nota divulgada por Fuerza Solidaria e a Declaração Final do evento, que dá uma panorâmica do que propõe a UNOAMERICA. Em breve divulgaremos outras notícias a respeito desta entidade que já nasce grande e merecedora de respeito, pois tem como presidente, aclamado por unanimidade, o incansável e abnegado Alejandro Peña Esclusa.
Meus parabéns a todos os participantes pela escolha de Alejandro.Criam confederação de ONGs para enfrentar o avanço do Foro de São Paulo
Bogotá, 14 de dezembro – Foi criada hoje nesta cidade uma confederação internacional de organizações não-governamentais, denominada União de Organizações Democráticas da América – UNOAMÉRICA – cujo objetivo principal será a defesa da democracia e da liberdade, ameaçadas pela expansão do castro-comunismo e sua nova versão, o Socialismo do Século XXI, através do Foro de São Paulo. A reunião fundacional contou com a participação de delegados e adesões da Argentina, da Bolívia, do Brasil, da Colômbia, de El Salvador, do Peru, do Uruguai e da Venezuela.
Os delegados denunciaram os métodos que os integrantes do Foro de São Paulo usam para destruir as democracias e acabar com as liberdades, utilizando mecanismos como as reformas constitucionais e a fraude eleitoral, para controlar os poderes públicos e eternizar-se no poder, assinalando particularmente Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa e Daniel Ortega.
Do mesmo modo, acusaram a UNASUL de ser um instrumento do Foro de São Paulo para intervir nos assuntos internos de outras nações e favorecer a seus membros, como ocorre na Bolívia, onde a UNASUL avalizou a gestão totalitária de Evo Morales e tergiversou os fatos sobre o massacre de Pando (Informe Mattarollo), culpando injustamente o governador Leopoldo Fernández. Também criticaram o intervencionismo de Chávez, que financia ilegalmente seus aliados, como o fez com Cristina de Kirchner e o faz agora com o salvadorenho Mauricio Funes, da Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN).
Segundo indica sua declaração final (ler abaixo em português), a Uno-América proporcionará aos setores democráticos do continente um mecanismo de intercâmbio de informação, coordenação e permanente apoio mútuo. Adicionalmente, UnoAmérica elaborará programas de desenvolvimento e industrialização, a fim de resolver os problemas de fundo da região, particularmente o da pobreza, como verdadeiro antídoto ao totalitarismo.
UnoAmérica será presidida por Alejandro Peña Esclusa, presidente da ONG venezuelana Fuerza Solidaria, que foi eleito por unanimidade, enquanto que a Secretaria Executiva ficará a cargo da Federação de Organizações Não-Governamentais Verdad Colombia. Ao finalizar o encontro, os delegados invocaram a guia e a proteção de Deus, para cumprir cabalmente com seus objetivos, e convidaram todas as forças democráticas da América a incorporar-se a esta iniciativa.
UNIÃO DE ORGANIZAÇÕES DEMOCRÁTICAS DA AMÉRICA
Fraude eleitoral, expropriação de terras e empresas, perseguição a líderes da oposição, vínculos com grupos terroristas, malversação de dinheiros provenientes de recursos públicos, censura a meios de comunicação, tolerância com o narcotráfico e desejos de perpetuar-se no poder, são algumas das características de quem lidera o Socialismo do Século XXI.
Os principais grupos terroristas do continente se uniram a representantes de governos e partidos políticos afeitos a movimentos extremistas, e conformaram um engendro que se conhece como Foro de São Paulo. Desde sua fundação, a cargo de Fidel Castro, até seus recentes encontros liderados por Hugo Chávez, esse Foro se caracterizou por servir de porta-voz dos grupos terroristas para o logro de seus objetivos políticos e armados.
Preocupados pelo destino dos países do continente, um grupo de analistas e representantes de organizações não-governamentais, nos unimos para formular alternativas de solução frente à crescente ameaça expansionista de movimentos extremistas. Convidamos-lhes a conhecer, por meio de nossa página eletrônica, a União de Organizações Democráticas da América – UNOAMÉRICA.
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