TIVE UM choque ao ouvir de ex-colega da ONU que o Brasil começa a parecer arrogante no exterior. “Vocês não eram assim; agora se comportam às vezes com a petulância de novos-ricos!” Minha primeira reação foi descartar a observação como fruto de algum episódio isolado. E se for verdade, pensei depois? Meu amigo é dos mais argutos analistas internacionais e seus exemplos me abalaram a tranquilidade.
Na raiz dessa percepção, está a irritação crescente com o protagonismo excessivo do nosso presidente, a frenética e incessante busca dos holofotes, a tendência de meter-se em tudo, com boas razões ou sem nenhuma. Acaba por irritar outros presidentes, que se cansam de servir de figurantes ao brilho de nossa liderança. Chega a hora em que os demais não aparecem para a festa, como sucedeu na recente reunião de presidentes amazônicos em Manaus. Veja-se o contraste com a sobriedade e o realismo da China. Na recente visita de Barack Obama, o primeiro-ministro Wen Jiabao lhe disse, segundo a agência oficial, que “a China discorda da ideia de um G2, pois ainda é um país em desenvolvimento e precisa manter a mente sóbria”. Lamenta, mas não pode ajudar a resolver os problemas do Oriente Médio, do Afeganistão ou de outros lugares porque está muito ocupada em solucionar os próprios.
Imagine como teríamos reagido se a oferta do G2 tivesse sido feita a nós? O pragmatismo dos chineses significa que eles reservam os meios que possuem (bem superiores aos nossos) para o essencial: o comércio, a tecnologia, as ameaças do entorno asiático onde podem ser decisivos. A diferença em relação à política externa do Brasil revela muito sobre eles e sobre nós.
Queremos ser mediadores no Oriente Médio e em Honduras, onde nossa influência é quase zero, enquanto a Unasul, que fundamos, completa um ano sem conseguir eleger o secretário-geral (Néstor Kirchner é vetado pelo Uruguai) nem encaminhar os conflitos que se multiplicam entre os membros. O erro não é querer ter um papel útil, mas fazê-lo de modo desastrado, sem medida nem coerência. A mesma diplomacia que não suja as mãos em contatos com o governo de fato hondurenho abraça o sinistro presidente iraniano, indiferente à negação do Holocausto, à fraude eleitoral, às torturas e condenações à morte de opositores.
Nosso “timing” não é melhor do que nossa consistência. Recebemos Mahmoud Ahmadinejad na véspera de sua condenação pela Agência Internacional de Energia Atômica com os votos da China e da Rússia. Provavelmente amaciado pelos bons conselhos do Brasil, ele anunciou que vai construir mais dez usinas de urânio. Somos candidatos a posto permanente no Conselho de Segurança, mas assinamos oito acordos com país que está sob sanções do Conselho!
Não nos faria mal escolher com mais cuidado os amigos e as causas que patrocinamos. Tampouco perderíamos se deixássemos algum espaço para os que já nos olham com receio devido a nosso tamanho incômodo e potencial futuro. Ao conseguir convencer o secretário de Estado dos Estados Unidos a vir ao Rio de Janeiro para a conferência interamericana de 1906, Rio Branco insistiu para que visitasse também Montevidéu, Buenos Aires e Santiago, “a fim de dissipar ciúmes e prevenções, afagando o amor próprio” dos hispano-americanos. Ele sabia que “a inveja é a sombra da glória”, verdade que parece termos esquecido.
por Rubens Ricupero, 72, diretor da Faculdade de Economia da FAAP e do Instituto Fernand Braudel de São Paulo, ex-secretário-geral da Unctad (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento) e ex-ministro da Fazenda no governo Itamar Franco.
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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Esquerdista Gosta de Ditadura!
No discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) na semana que vem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai cobrar o fim do embargo econômico dos Estados Unidos a Cuba, além de defender que países ricos aceitem reformas no FMI (Fundo Monetário Internacional) e no Banco Mundial.
Segundo o porta-voz da Presidência da República, Marcelo Baumbach, o embargo a Cuba traz preocupação ao presidente Lula. “O assunto do embargo a Cuba é um assunto que preocupa o presidente Lula de maneira muito especial. O presidente, no seu discurso nas Nações Unidas, pretende fazer uma menção explícita à necessidade do fim do bloqueio a Cuba pelos Estados Unidos, um bloqueio que o presidente considera anacrônico e que é condenado pela opinião pública no continente”, disse.
No início da semana, Obama emitiu comunicado informando que foi prorrogada por mais um ano a Lei de Comércio com o Inimigo, que impede intercâmbio comercial com países considerados uma ameaça. A decisão tem efeitos práticos apenas contra Cuba.
Nesta quarta-feira, Lula disse que pretende conversar com o presidente americano sobre o embargo a Cuba na reunião de líderes do G20 –grupo de países desenvolvidos e principais emergentes– na próxima semana, nos EUA.
O porta-voz presidencial disse que em relação à crise financeira internacional, Lula pretende tratar das indefinições que ainda persistem no cenário econômico após 12 meses do período considerado mais delicado.
“O presidente Lula defenderá que é essencial renovar o ímpeto de reforma do sistema financeiro e rejeitar a leniência com o capitalismo financeiro desregulado. O presidente alertará para o fato de que, passados 12 meses, os progressos obtidos no combate à crise contrastam com a persistência de muitas indefinições”, disse Baumbach. “O fato de que foi possível evitar o colapso total do sistema não pode ser razão de comodismo e inércia. O presidente também considera prematuro suspender as medidas anticíclicas.”
A reunião anual com os líderes dos países na Assembleia Geral da ONU é tradicionalmente aberta pelo discurso do representante do Brasil, desde o primeiro encontro, em 1947, quando o primeiro orador foi o chefe da delegação brasileira, Oswaldo Aranha.
Por Gabriela Guerreiro, na Folha
Ah! Vamos lá comentar o óbvio. Os que me acompanham sabem o que penso - e para muitos, mais óbvio ainda, é o que os esquerdistas "pensam".
Há poucos dias, o Conselho de Direitos Humanos da ONU expulsou os diplomatas hondurenhos da reunião, manobra comandada pela embaixadora brasileira a mando de Lula e de Celso Amorim. Motivo: o atual governo hondurenho é golpista! (como se os esquerdistas soubessem o que é democracia).
Pouco depois, numa reunião da UNASUL (que nada mais é do que um dos disfarces do Foro de São Paulo), nosso ridículo Sinistro Celso Amorim comandou, junto com o bufão Chávez, a pressão contra a Colômbia para que esta abrisse mão de sua soberania e permitisse que seu acordo com os Estados Unidos fosse monitorado pelos membros da UNASUL - e Chávez, um dos mantenedores das FARC, queria ainda que as negociações com esta entidade esquerdista terrorista fosse feita pela UNASUL, e não plo governo colombiano.
E por que tudo isto? Porque a Colômbia não está nas mãos de esquerdistas! Porque Honduras não está nas mãos dos esquerdistas!
Qual é a exigência que estes membros da UNASUL - o Brasil em particular, que tanto tem gritado contra a Colômbia e Honduras - fazem sobre o acordo armamentista feito por Chávez com a Rússia? E sobre o acordo nuclear feito por ele com o Irã de Ahmadinejad? E com a compra de aviões, submarinos nucleares e armamentos franceses feito pelo Brasil?
Mas estes países já dominados, Brasil à frente, querem mais: uma Cuba livre para espalhar livremente as raízes do mal comunista!, pois muitos ainda respeitam as posições norte-americanas com relação à segurança mundial.
Cuba é um depósito de pessoas governada tiranicamente há 50 anos por Fidel Castro: é um país cuja "democracia esquerdista" é expressa por um número: 100 mil cadáveres! É um país com centenas de "presos de consciência", encarcerados apenas por discordarem da ideologia assassina chamada comunismo - o passo posterior ao socialismo, já dizia Marx.
E qual a diferença entre Cuba, idolatrada pelos esquerdistas, e Colômbia e Honduras? A verdadeira democracia e o respeito ao indivíduo: Cuba é uma tirania, e não está disposta a aderir ao regime democrático; nos outros países, a oposição atua livremente e há instituições que salvaguardam os direitos e deveres de todos os cidadãos.
Mas é em defesa das ditaduras que Lula - e todos os esquerdistas - toma posições mais benevolentes, pois é aquilo que gostaria de fazer, junto com os outros governantes membros do Foro de São Paulo: transformar toda a América Latina numa imensa prisão semelhante a Cuba.
Segundo o porta-voz da Presidência da República, Marcelo Baumbach, o embargo a Cuba traz preocupação ao presidente Lula. “O assunto do embargo a Cuba é um assunto que preocupa o presidente Lula de maneira muito especial. O presidente, no seu discurso nas Nações Unidas, pretende fazer uma menção explícita à necessidade do fim do bloqueio a Cuba pelos Estados Unidos, um bloqueio que o presidente considera anacrônico e que é condenado pela opinião pública no continente”, disse.
No início da semana, Obama emitiu comunicado informando que foi prorrogada por mais um ano a Lei de Comércio com o Inimigo, que impede intercâmbio comercial com países considerados uma ameaça. A decisão tem efeitos práticos apenas contra Cuba.
Nesta quarta-feira, Lula disse que pretende conversar com o presidente americano sobre o embargo a Cuba na reunião de líderes do G20 –grupo de países desenvolvidos e principais emergentes– na próxima semana, nos EUA.
O porta-voz presidencial disse que em relação à crise financeira internacional, Lula pretende tratar das indefinições que ainda persistem no cenário econômico após 12 meses do período considerado mais delicado.
“O presidente Lula defenderá que é essencial renovar o ímpeto de reforma do sistema financeiro e rejeitar a leniência com o capitalismo financeiro desregulado. O presidente alertará para o fato de que, passados 12 meses, os progressos obtidos no combate à crise contrastam com a persistência de muitas indefinições”, disse Baumbach. “O fato de que foi possível evitar o colapso total do sistema não pode ser razão de comodismo e inércia. O presidente também considera prematuro suspender as medidas anticíclicas.”
A reunião anual com os líderes dos países na Assembleia Geral da ONU é tradicionalmente aberta pelo discurso do representante do Brasil, desde o primeiro encontro, em 1947, quando o primeiro orador foi o chefe da delegação brasileira, Oswaldo Aranha.
Por Gabriela Guerreiro, na Folha
Ah! Vamos lá comentar o óbvio. Os que me acompanham sabem o que penso - e para muitos, mais óbvio ainda, é o que os esquerdistas "pensam".
Há poucos dias, o Conselho de Direitos Humanos da ONU expulsou os diplomatas hondurenhos da reunião, manobra comandada pela embaixadora brasileira a mando de Lula e de Celso Amorim. Motivo: o atual governo hondurenho é golpista! (como se os esquerdistas soubessem o que é democracia).
Pouco depois, numa reunião da UNASUL (que nada mais é do que um dos disfarces do Foro de São Paulo), nosso ridículo Sinistro Celso Amorim comandou, junto com o bufão Chávez, a pressão contra a Colômbia para que esta abrisse mão de sua soberania e permitisse que seu acordo com os Estados Unidos fosse monitorado pelos membros da UNASUL - e Chávez, um dos mantenedores das FARC, queria ainda que as negociações com esta entidade esquerdista terrorista fosse feita pela UNASUL, e não plo governo colombiano.
E por que tudo isto? Porque a Colômbia não está nas mãos de esquerdistas! Porque Honduras não está nas mãos dos esquerdistas!
Qual é a exigência que estes membros da UNASUL - o Brasil em particular, que tanto tem gritado contra a Colômbia e Honduras - fazem sobre o acordo armamentista feito por Chávez com a Rússia? E sobre o acordo nuclear feito por ele com o Irã de Ahmadinejad? E com a compra de aviões, submarinos nucleares e armamentos franceses feito pelo Brasil?
Mas estes países já dominados, Brasil à frente, querem mais: uma Cuba livre para espalhar livremente as raízes do mal comunista!, pois muitos ainda respeitam as posições norte-americanas com relação à segurança mundial.
Cuba é um depósito de pessoas governada tiranicamente há 50 anos por Fidel Castro: é um país cuja "democracia esquerdista" é expressa por um número: 100 mil cadáveres! É um país com centenas de "presos de consciência", encarcerados apenas por discordarem da ideologia assassina chamada comunismo - o passo posterior ao socialismo, já dizia Marx.
E qual a diferença entre Cuba, idolatrada pelos esquerdistas, e Colômbia e Honduras? A verdadeira democracia e o respeito ao indivíduo: Cuba é uma tirania, e não está disposta a aderir ao regime democrático; nos outros países, a oposição atua livremente e há instituições que salvaguardam os direitos e deveres de todos os cidadãos.
Mas é em defesa das ditaduras que Lula - e todos os esquerdistas - toma posições mais benevolentes, pois é aquilo que gostaria de fazer, junto com os outros governantes membros do Foro de São Paulo: transformar toda a América Latina numa imensa prisão semelhante a Cuba.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
De Homicidas e Covardes
O dirigente do partido laico palestino Fatah, Ziyad Abu Ein, divulgou nesta segunda-feira, na Cisjordânia, uma lista de 11 pessoas que, segundo ele, foram executadas recentemente na faixa de Gaza por seguidores da facção rival Hamas. O movimento islâmico radical palestino afirmou que as vítimas morreram por colaborem com Israel durante a grande ofensiva militar na região.
O Hamas controla a faixa de Gaza desde que expulsou o Fatah - ao qual pertence o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas -, em junho de 2007. Em 27 de dezembro do ano passado, Israel começou uma grande ofensiva de 22 dias contra o grupo no território palestino, uma operação que deixou mais de 1.300 palestinos mortos, a maioria civis, cerca de 5.000 feridos e foi, segundo Jerusalém, um "duro golpe" contra o Hamas.
Abu Ein, vice-secretário do Ministério para Assuntos dos Prisioneiros em Ramalah, acusou o Hamas "de cometer crimes contra o povo patriota" em Gaza e de impedir a imprensa de cobrir estes fatos. O ministro afirmou ainda que o Hamas cometeu uma série de violações dos direitos humanos e torturas a palestinos leais ao Fatah ou contrárias ao ideário do Hamas, a quem acusou de praticar terrorismo.
Segundo a denúncia, os atos começaram durante a ofensiva militar israelense em Gaza e cresceram logo após a saída das tropas de Israel. A lista também inclui 170 pessoas torturadas ou espancadas por membros do Hamas, além dos bairros nos quais residiam.
Abu Ein pediu às organizações de direitos humanos que entrem em contato com as pessoas que aparecem na lista, para que possam testemunhar as denúncias. Ele pediu ainda à Liga Árabe que envie uma missão de investigação a Gaza para que averiguar as circunstâncias.
O governo do Hamas em Gaza afirmou em comunicado à imprensa que as vítimas que aparecem na lista perderam a vida durante a recente ofensiva israelense "porque eram colaboradores de Israel". O grupo disse ainda que a maior parte dos casos é de "ajustes de contas" e vinganças de seus seguidores contra colaboradores de Israel.
Em tom mais diplomático, o comunicado afirma ainda que os milicianos do Hamas condenam as execuções e que, "de agora em diante, o governo não permitirá nenhum ato de violência".
"Considerando-se que estamos em uma situação de guerra, nós rechaçamos como governo a qualquer pessoa, independente de sua filiação política, seja o Hamas, o Fatah, a Jihad Islâmica, que faça justiça pelas próprias mãos", diz o comunicado do Hamas.
Durante a ofensiva, o jornal israelense "Haaretz" denunciou que o grupo islâmico executou pessoas suspeitas de colocar em risco a resistência palestina e o domínio do grupo sobre a faixa de Gaza.
De acordo com o jornal, os alvos do Hamas são os membros do Fatah; pessoas condenadas ou suspeitas de colaborar com Israel e outros criminosos "comuns".
O jornal cita uma estimativa de que o número de suspeitos executados varie entre 40 e 80, mas ressalta que, com "o medo de andar nas ruas e a ausência da mídia', é 'virtualmente impossível verificar os números ou identidades dos mortos".
Na Folha On-Line
Não haverá protestos da ONU ou de entidades ditas defensoras de direitos humanos contra as execuções praticadas pelo Hamas na Faixa de Gaza. O relativismo moderno nos diz que facínoras têm o direito de assassinar o seu próprio povo, especialmente quando eles trazem a marca, como é o caso do Hamas, do “progressismo”. Afinal, sabemos, esses valentes comandam o que se chama “resistência” palestina. Também é de somenos que as execuções tenham sido sumárias, ao arrepio de qualquer formalidade legal — e, como não poderia deixar de ser, precedidas de tortura. Cada escola e cada hospital, tão logo Israel saiu de Gaza, foram convertidos em centros de interrogatórios. Quem não recebeu a pena capital levou tiros no joelho ou teve o braço quebrado como punição. A família era chamada para assistir às sevícias.
E não haverá uma maldita palavra a respeito. (...)
Quando Israel ocupou Gaza, o Hamas acoitou-se entre os civis, procurando fazer o maior número possível de vítimas. Só mostrou a cara quando foi para se impor, de novo, pelo terror. Não haverá protestos. Para os progressistas, palestino matar palestino é parte da luta pela autonomia.
A ONU sabe condenar uma força militar por, involuntariamente, fazer vítimas civis numa guerra. Mas deve achar que caçar voluntariamente os adversários, eliminando-os, é parte do jogo. É o humanismo que recende a cadaverina.
por Reinaldo Azevedo
O Hamas controla a faixa de Gaza desde que expulsou o Fatah - ao qual pertence o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas -, em junho de 2007. Em 27 de dezembro do ano passado, Israel começou uma grande ofensiva de 22 dias contra o grupo no território palestino, uma operação que deixou mais de 1.300 palestinos mortos, a maioria civis, cerca de 5.000 feridos e foi, segundo Jerusalém, um "duro golpe" contra o Hamas.
Abu Ein, vice-secretário do Ministério para Assuntos dos Prisioneiros em Ramalah, acusou o Hamas "de cometer crimes contra o povo patriota" em Gaza e de impedir a imprensa de cobrir estes fatos. O ministro afirmou ainda que o Hamas cometeu uma série de violações dos direitos humanos e torturas a palestinos leais ao Fatah ou contrárias ao ideário do Hamas, a quem acusou de praticar terrorismo.
Segundo a denúncia, os atos começaram durante a ofensiva militar israelense em Gaza e cresceram logo após a saída das tropas de Israel. A lista também inclui 170 pessoas torturadas ou espancadas por membros do Hamas, além dos bairros nos quais residiam.
Abu Ein pediu às organizações de direitos humanos que entrem em contato com as pessoas que aparecem na lista, para que possam testemunhar as denúncias. Ele pediu ainda à Liga Árabe que envie uma missão de investigação a Gaza para que averiguar as circunstâncias.
O governo do Hamas em Gaza afirmou em comunicado à imprensa que as vítimas que aparecem na lista perderam a vida durante a recente ofensiva israelense "porque eram colaboradores de Israel". O grupo disse ainda que a maior parte dos casos é de "ajustes de contas" e vinganças de seus seguidores contra colaboradores de Israel.
Em tom mais diplomático, o comunicado afirma ainda que os milicianos do Hamas condenam as execuções e que, "de agora em diante, o governo não permitirá nenhum ato de violência".
"Considerando-se que estamos em uma situação de guerra, nós rechaçamos como governo a qualquer pessoa, independente de sua filiação política, seja o Hamas, o Fatah, a Jihad Islâmica, que faça justiça pelas próprias mãos", diz o comunicado do Hamas.
Durante a ofensiva, o jornal israelense "Haaretz" denunciou que o grupo islâmico executou pessoas suspeitas de colocar em risco a resistência palestina e o domínio do grupo sobre a faixa de Gaza.
De acordo com o jornal, os alvos do Hamas são os membros do Fatah; pessoas condenadas ou suspeitas de colaborar com Israel e outros criminosos "comuns".
O jornal cita uma estimativa de que o número de suspeitos executados varie entre 40 e 80, mas ressalta que, com "o medo de andar nas ruas e a ausência da mídia', é 'virtualmente impossível verificar os números ou identidades dos mortos".
Na Folha On-Line
Não haverá protestos da ONU ou de entidades ditas defensoras de direitos humanos contra as execuções praticadas pelo Hamas na Faixa de Gaza. O relativismo moderno nos diz que facínoras têm o direito de assassinar o seu próprio povo, especialmente quando eles trazem a marca, como é o caso do Hamas, do “progressismo”. Afinal, sabemos, esses valentes comandam o que se chama “resistência” palestina. Também é de somenos que as execuções tenham sido sumárias, ao arrepio de qualquer formalidade legal — e, como não poderia deixar de ser, precedidas de tortura. Cada escola e cada hospital, tão logo Israel saiu de Gaza, foram convertidos em centros de interrogatórios. Quem não recebeu a pena capital levou tiros no joelho ou teve o braço quebrado como punição. A família era chamada para assistir às sevícias.
E não haverá uma maldita palavra a respeito. (...)
Quando Israel ocupou Gaza, o Hamas acoitou-se entre os civis, procurando fazer o maior número possível de vítimas. Só mostrou a cara quando foi para se impor, de novo, pelo terror. Não haverá protestos. Para os progressistas, palestino matar palestino é parte da luta pela autonomia.
A ONU sabe condenar uma força militar por, involuntariamente, fazer vítimas civis numa guerra. Mas deve achar que caçar voluntariamente os adversários, eliminando-os, é parte do jogo. É o humanismo que recende a cadaverina.
por Reinaldo Azevedo
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Os Três "Antis"
Israel tem muitos inimigos, é sabido. Há os anti-semitas explícitos, que vêem nos judeus o mal do mundo e pregam abertamente o fim daquele país. Há o anti-semitismo mitigado, que vai assumindo as mais variadas feições (desde que os judeus percam no fim do jogo), procurando fugir da caracterização racista, e há o antiisraelismo como variante do antiimperialismo (vocês sabem, esse “imperialismo” que Obama viria agora humanizar...). Todos esses inimigos de Israel inventaram a tese de que o país atacou os terroristas do Hamas para indispor os palestinos com aquela facção e, assim, enfraquecê-la. E, agora, dizem: “O Hamas saiu fortalecido; logo, Israel se deu mal”. Na seqüência, aparece a turma do “Não falei? O melhor teria sido negociar”.
Trata-se de uma farsa formidável. No fato e na retórica. Qual é a evidência ou indício de que Israel pretendia indispor a população de Gaza com o Hamas? Será que o país não acumulou experiência o suficiente para saber que seria visto como o vilão pelos palestinos? Haveria alguma outra possibilidade? Pode-se não gostar dos israelenses pelos mais diversos motivos. Mas que não se os acuse de estúpidos. E é uma farsa retórica porque, no suposto interesse de Israel, aponta-se a inutilidade da guerra. É mesmo? Israel, como se vê, sem saber o que é bom para si mesmo (e o que será, hein?), já sai jogando bombas. Trata-se de disfarçar o anti-semitismo, o anti-israelismo ou anti-imperialismo (quiçá as três coisas juntas) numa suposta crítica de natureza política e estratégica. Fosse uma crítica intelectualmente honesta, convenham que estaríamos diante de especialistas realmente ambiciosos: eles saberiam o melhor caminho para Israel se defender, coisa que aquele estado não teria aprendido até hoje...
Nota antes que prossiga: indago acima o que os tais críticos acham que seria “o bom” para Israel. Ora, “o bom” para Israel seria negociar com o Hamas, que se atribui a missão divina — NOTEM BEM: DIVINA — de destruir Israel. E aqui uma observação importante: considera-se que trazer o Hamas para o terreno da política — enquanto eles jogam foguetes e treinam homens-bomba — repete o que já se fez com o Fatah, que foi do terrorismo è negociação e hoje reconhece a existência de Israel. O paralelo é falacioso. O Fatah é um grupo laico. Para ele, recorrer ou não ao terrorismo é uma escolha terrena. Com o Hamas é diferente. Basta ler a sua carta de fundação. SEM A DESTRUIÇÃO DE ISRAEL, O HAMAS NÃO TEM RAZÃO DE SER. Logo, os finos estrategistas pedem que Israel fortaleça quem quer destruí-lo. Como se vê, o país tem bons motivos para ignorar tais conselheiros, não?
Israel atacou o Hamas porque estava sendo atacado — porque, em oito miseráveis meses, foi alvo de 1.386 foguetes. Israel atacou o Hamas para diminuir o poder de fogo do terror. Eis bons motivos para reagir. Poderia tê-lo feito de forma "proporcional e simétrica", jogando 1.386 foguetes em Gaza, também a esmo. Dada a densidade demográfica da região e a forma como os fanáticos tratam as crianças, haveria muitos milhares de mortos. Preferiu uma guerra com alvos escolhidos, vitimando, infelizmente, também civis porque a CARNE PALESTINA FOI TORNADA BARATA PELOS TERRORISTAS DO HAMAS, QUE USAM OS CIVIS COMO ESCUDOS, DIANTE DO SILÊNCIO CÚMPLICE DA ONU. ONU? É aquela entidade que tem como representante na região um sujeito que acredita que o 11 de Setembro foi uma armação dos próprios americanos só para jogar a culpa nos radicais islâmicos...
Essa história de que Israel acabou atuando contra seus próprios interesses é só uma das faces do anti-semitismo, do antiisraelIsmo ou do antiimperialismo. Ou das três coisas somadas.
por Reinaldo Azevedo
Trata-se de uma farsa formidável. No fato e na retórica. Qual é a evidência ou indício de que Israel pretendia indispor a população de Gaza com o Hamas? Será que o país não acumulou experiência o suficiente para saber que seria visto como o vilão pelos palestinos? Haveria alguma outra possibilidade? Pode-se não gostar dos israelenses pelos mais diversos motivos. Mas que não se os acuse de estúpidos. E é uma farsa retórica porque, no suposto interesse de Israel, aponta-se a inutilidade da guerra. É mesmo? Israel, como se vê, sem saber o que é bom para si mesmo (e o que será, hein?), já sai jogando bombas. Trata-se de disfarçar o anti-semitismo, o anti-israelismo ou anti-imperialismo (quiçá as três coisas juntas) numa suposta crítica de natureza política e estratégica. Fosse uma crítica intelectualmente honesta, convenham que estaríamos diante de especialistas realmente ambiciosos: eles saberiam o melhor caminho para Israel se defender, coisa que aquele estado não teria aprendido até hoje...
Nota antes que prossiga: indago acima o que os tais críticos acham que seria “o bom” para Israel. Ora, “o bom” para Israel seria negociar com o Hamas, que se atribui a missão divina — NOTEM BEM: DIVINA — de destruir Israel. E aqui uma observação importante: considera-se que trazer o Hamas para o terreno da política — enquanto eles jogam foguetes e treinam homens-bomba — repete o que já se fez com o Fatah, que foi do terrorismo è negociação e hoje reconhece a existência de Israel. O paralelo é falacioso. O Fatah é um grupo laico. Para ele, recorrer ou não ao terrorismo é uma escolha terrena. Com o Hamas é diferente. Basta ler a sua carta de fundação. SEM A DESTRUIÇÃO DE ISRAEL, O HAMAS NÃO TEM RAZÃO DE SER. Logo, os finos estrategistas pedem que Israel fortaleça quem quer destruí-lo. Como se vê, o país tem bons motivos para ignorar tais conselheiros, não?
Israel atacou o Hamas porque estava sendo atacado — porque, em oito miseráveis meses, foi alvo de 1.386 foguetes. Israel atacou o Hamas para diminuir o poder de fogo do terror. Eis bons motivos para reagir. Poderia tê-lo feito de forma "proporcional e simétrica", jogando 1.386 foguetes em Gaza, também a esmo. Dada a densidade demográfica da região e a forma como os fanáticos tratam as crianças, haveria muitos milhares de mortos. Preferiu uma guerra com alvos escolhidos, vitimando, infelizmente, também civis porque a CARNE PALESTINA FOI TORNADA BARATA PELOS TERRORISTAS DO HAMAS, QUE USAM OS CIVIS COMO ESCUDOS, DIANTE DO SILÊNCIO CÚMPLICE DA ONU. ONU? É aquela entidade que tem como representante na região um sujeito que acredita que o 11 de Setembro foi uma armação dos próprios americanos só para jogar a culpa nos radicais islâmicos...
Essa história de que Israel acabou atuando contra seus próprios interesses é só uma das faces do anti-semitismo, do antiisraelIsmo ou do antiimperialismo. Ou das três coisas somadas.
por Reinaldo Azevedo
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Sobre o Desarmamento no Brasil
"Uma arma de fogo não pode ferir ninguém, a menos que exista um ser humano para puxar o gatilho. Dez milhões de armas seriam inofensivas, a não ser que algum humano seja motivado pelo ódio, ganância ou preconceito. Assim, essa controvérsia sobre armas transforma-se num problema espiritual. Embora leis restritivas sobre armas possam ter algum efeito em mostrar ao mundo que estamos preocupados com o problema da violência, esta é, realmente, relacionada com o coração e a consciência humana. Se os homens tiverem o desejo de matar e mutilar, eles acharão um jeito, com ou sem armas"
Reverendo Billy Graham, 1968
O Alto Comissário do Povo para a Justiça, Tarso Genro, é um cidadão preocupado com a segurança da sua amada família. Não é por acaso que ele possui duas armas registradas em seu nome: um revólver e uma pistola. Ele sabe que assaltantes, assassinos e estupradores não se importam com o que está escrito no código penal. Sabe também que no seu estado, o Rio Grande do Sul, os homicídios aumentam a cada ano, mesmo após a entrada em vigor da lei nº 10.826/2003, o Estatuto do Desarmamento (v. Relatório de Homicídios no Brasil - Ministério da Saúde – MS - SVS. 2007).
No entanto, ao mesmo tempo em que demonstra tamanha sensatez no âmbito familiar, nosso Comissário parece não se importar com a segurança do resto da população. Bem protegido com suas armas, Tarso Genro tem promovido uma intensa campanha para o desarmamento civil mesmo após o sonoro NÃO recebido no Referendo em 2005.
Nossos amigos marxistas devem estar desconfiados. Tarso, marxista-leninista e autor do livro “Lênin Coração e Mente”, não se lembra mais das recomendações de Marx e Engels sobre o “armamento de todo o proletariado, com fuzis, carabinas, canhões e munições”. Por que ele estaria desarmando o povo? Terá ele se tornado um inimigo do povo ao assumir o poder? Ou será que ele sempre foi um vendido para o capital especulativo internacional e só usou seus companheiros de ideologia como massa de manobra?
O certo é que o governo desrespeita todos os dias a vontade dos brasileiros e, definitivamente, nos toma por idiotas. Não existe no Brasil maior promotor da exploração e desrespeito do que ele. Além da arrecadação bilionária de tributos em troca de absolutamente nada, temos ainda que vê-lo gastar sem cerimônia e com a maior cara de pau do mundo o suado dinheiro da população, recolhido através de impostos, taxas e contribuições sem fim, contra os interesses dela mesma.
O Governo Federal tem tentado ludibriar a população apresentando o resultado de suas políticas fracassadas como vitórias triunfais. A principal artimanha utilizada atualmente é tirar conclusões com base somente nos números totais (ou variação dos números absolutos) de homicídios. Evita qualquer conclusão que envolva os números totais separados ou discriminados por estado (v. A Farsa do Desarmamento no Brasil ).
Por que, então, o governo não para com essa palhaçada de uma vez? Porque o Estatuto do Desarmamento é a sexta aplicação no Brasil das diretrizes da ONU, aquela organização totalitária dos petralhas globais.O Estatuto do Desarmamento não foi promulgado para proteger os brasileiros. Muito pelo contrário, ele é o instrumento perfeito para subjugar a população e guiá-la, a força se necessário, pelo Caminho da Servidão. É uma norma ditada pela ONU, faz parte de um plano maior que pretende desarmar a população civil mundial. A derrota no referendo em 2005 não significou nada. A população não quer ser desarmada? E daí? A ONU mandou desarmar todo mundo, então pronto, fique quieto, entregue sua arma e ponto final.
"Os planos do governo mundial estão expostos desde 1995 no documento 'Our Global Neighborhood', publicado por uma 'Comissão de Governança Global', que prega abertamente 'a subordinação da soberania nacional ao transnacionalismo democrático'. Esses planos incluem:
1. Imposto mundial.
2. Exército mundial sob o comando do secretário-geral da ONU.
3. Legislações uniformes sobre direitos humanos, imigração, armas, drogas etc. (sendo previsível a proibição dos cigarros e a liberação da maconha).
4. Tribunal Penal Internacional, com jurisdição sobre os governos de todos os países.
5. Assembléia mundial, eleita por voto direto, passando por cima de todos os Estados Nacionais.
6. Código penal cultural, punindo as culturas nacionais que não se enquadrem na uniformidade planetária 'politicamente correta'.
É o Estado policial global, a total liquidação das soberanias nacionais. E não são meros 'planos': com os Estados Unidos da Europa, tudo isso entra em vigor imediatamente no Velho Continente, da noite para o dia, sem consulta popular, sem debates, sem oposição, anunciando para prazo brevíssimo a extensão das mesmas medidas para o globo terrestre inteiro pelo mesmo método rápido da transição hipnótica". (Olavo de Carvalho, Golpe de estado no mundo)
Na excelente entrevista concedida ao jornal eletrônico Mídia Sem Máscara, o presidente do Movimento Viva Brasil, prof. Bene Barbosa, afirmou que as origens do atual lobby antiarmas é promovido pela ONU desde a década de 1950. Explica também que a ONU considera as armas em posse da população civil – caçadores, atiradores e cidadãos armados – uma ameaça para as futuras intervenções das tropas da ONU.
A ONU está trabalhando para implantar o totalitarismo mundial. O projeto e os objetivos estão expostos em linhas gerais no documento “Our Global Neighborhood”. Para ver uma outra análise sobre este documento clique aqui.
Um ponto do documento não mencionado pelo professor Olavo de Carvalho na citação inicial é o apoio explícito e efetivo “para incentivar [as iniciativas d]o desarmamento dos civis” em todo o mundo. (Confira o capítulo Promoting Security ; Último parágrafo).
A ONU utiliza uma técnica de autopromoção através de Organizações Não Governamentais. As ONGs recebem a denominação “Agentes de Mudança na Sociedade Civil” nos seus documentos. A própria ONU com o apoio de Fundações bilionárias pró-Governo Mundial, como a Fundação Ford, financiam milhares de ONGs pelo mundo e estas, por sua vez, têm a missão de promover “uma cultura da não-violência” cuja finalidade real é desarmar a população.
As ONGs e entidades da Rede Desarma Brasil - entre as quais Sou da Paz, Viva Rio, Paz pela Paz e Não Violência - não estão preocupadas em promover a segurança dos brasileiros. O mais engraçado é que a sua função está explicita em sua própria denominação. Querem desarmar o Brasil, o povo brasileiro. Custe o que custar. A segurança é só um pretexto, uma desculpa.
Caro leitor, a palavra “democracia” não possui o mesmo significado para você e a ONU. Para ela esse termo possui o mesmo significado que nas denominações dos seguintes países: República Popular Democrática da Coréia do Norte e República Popular Democrática da China. É a mais cínica aplicação do duplipensar orwelliano. Democracia é Totalitarismo.
por Wellington Moraes
A matéria é muito bem explícita quanto aos desejos totalitaristas dos diversos membros da ONU, em especial, daqueles pertencentes a estas comissões, pois, como meu falecido pai já dizia, "de boas intenções, o inferno está cheio".
Discordo, porém, do articulista quando ele diz que "Tarso, marxista-leninista e autor do livro 'Lênin Coração e Mente', não se lembra mais das recomendações de Marx e Engels sobre o 'armamento de todo o proletariado, com fuzis, carabinas, canhões e munições'", pois nosso sinistro da Justiça, Falso Gênero, exatamente por seguir a cartilha Leninista, pretende implantar o socialismo de acordo com o que Lenin dizia ser o "modus operandi" ideal para a implantação do socialismo (idéias tais bastante aprofundadas por Antonio Gramsci em seus "Cadernos do Cárcere") em seu famoso Decálogo.
Um dos "dez mandamentos" Leninista para a implantação e tomada do poder pelos socialistas é justamente aquele que diz que deve-se "catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa".
Como AINDA estamos numa democracia, no momento em que os governantes queriam, literalmente, tomar todas as armas da população civil, em 2005, surgiu uma grande resistência popular; optou-se, então, por fazer o referendo citado pelo autor.
Porém, em nenhum momento queria-se parar com o recolhimento das armas dos cidadãos respeitadores das leis - e, aí, não interessam os meliantes, pois eles ajudam os socialistas a "promover distúrbios", para que eles façam com que as autoridades legais não os coíbam, através dos chamados "direitos humanos".
Se verificarmos o "Decálogo de Lenin", veremos que, desde o primeiro governo civil, mas mais especialmente a partir de FHC, cada ítem tem sido cuidadosamente cuidado pelas esquerdas para implantarem o socialismo, quer como ordem nacional (Brasil), transnacional (URSAL ou UNASUL, como queiram) ou global (Governança Mundial da ONU).
Eis o Decálogo:
Comento:
Reverendo Billy Graham, 1968
O Alto Comissário do Povo para a Justiça, Tarso Genro, é um cidadão preocupado com a segurança da sua amada família. Não é por acaso que ele possui duas armas registradas em seu nome: um revólver e uma pistola. Ele sabe que assaltantes, assassinos e estupradores não se importam com o que está escrito no código penal. Sabe também que no seu estado, o Rio Grande do Sul, os homicídios aumentam a cada ano, mesmo após a entrada em vigor da lei nº 10.826/2003, o Estatuto do Desarmamento (v. Relatório de Homicídios no Brasil - Ministério da Saúde – MS - SVS. 2007).
No entanto, ao mesmo tempo em que demonstra tamanha sensatez no âmbito familiar, nosso Comissário parece não se importar com a segurança do resto da população. Bem protegido com suas armas, Tarso Genro tem promovido uma intensa campanha para o desarmamento civil mesmo após o sonoro NÃO recebido no Referendo em 2005.
Nossos amigos marxistas devem estar desconfiados. Tarso, marxista-leninista e autor do livro “Lênin Coração e Mente”, não se lembra mais das recomendações de Marx e Engels sobre o “armamento de todo o proletariado, com fuzis, carabinas, canhões e munições”. Por que ele estaria desarmando o povo? Terá ele se tornado um inimigo do povo ao assumir o poder? Ou será que ele sempre foi um vendido para o capital especulativo internacional e só usou seus companheiros de ideologia como massa de manobra?
O certo é que o governo desrespeita todos os dias a vontade dos brasileiros e, definitivamente, nos toma por idiotas. Não existe no Brasil maior promotor da exploração e desrespeito do que ele. Além da arrecadação bilionária de tributos em troca de absolutamente nada, temos ainda que vê-lo gastar sem cerimônia e com a maior cara de pau do mundo o suado dinheiro da população, recolhido através de impostos, taxas e contribuições sem fim, contra os interesses dela mesma.
O Governo Federal tem tentado ludibriar a população apresentando o resultado de suas políticas fracassadas como vitórias triunfais. A principal artimanha utilizada atualmente é tirar conclusões com base somente nos números totais (ou variação dos números absolutos) de homicídios. Evita qualquer conclusão que envolva os números totais separados ou discriminados por estado (v. A Farsa do Desarmamento no Brasil ).
Por que, então, o governo não para com essa palhaçada de uma vez? Porque o Estatuto do Desarmamento é a sexta aplicação no Brasil das diretrizes da ONU, aquela organização totalitária dos petralhas globais.O Estatuto do Desarmamento não foi promulgado para proteger os brasileiros. Muito pelo contrário, ele é o instrumento perfeito para subjugar a população e guiá-la, a força se necessário, pelo Caminho da Servidão. É uma norma ditada pela ONU, faz parte de um plano maior que pretende desarmar a população civil mundial. A derrota no referendo em 2005 não significou nada. A população não quer ser desarmada? E daí? A ONU mandou desarmar todo mundo, então pronto, fique quieto, entregue sua arma e ponto final.
"Os planos do governo mundial estão expostos desde 1995 no documento 'Our Global Neighborhood', publicado por uma 'Comissão de Governança Global', que prega abertamente 'a subordinação da soberania nacional ao transnacionalismo democrático'. Esses planos incluem:
1. Imposto mundial.
2. Exército mundial sob o comando do secretário-geral da ONU.
3. Legislações uniformes sobre direitos humanos, imigração, armas, drogas etc. (sendo previsível a proibição dos cigarros e a liberação da maconha).
4. Tribunal Penal Internacional, com jurisdição sobre os governos de todos os países.
5. Assembléia mundial, eleita por voto direto, passando por cima de todos os Estados Nacionais.
6. Código penal cultural, punindo as culturas nacionais que não se enquadrem na uniformidade planetária 'politicamente correta'.
É o Estado policial global, a total liquidação das soberanias nacionais. E não são meros 'planos': com os Estados Unidos da Europa, tudo isso entra em vigor imediatamente no Velho Continente, da noite para o dia, sem consulta popular, sem debates, sem oposição, anunciando para prazo brevíssimo a extensão das mesmas medidas para o globo terrestre inteiro pelo mesmo método rápido da transição hipnótica". (Olavo de Carvalho, Golpe de estado no mundo)
Na excelente entrevista concedida ao jornal eletrônico Mídia Sem Máscara, o presidente do Movimento Viva Brasil, prof. Bene Barbosa, afirmou que as origens do atual lobby antiarmas é promovido pela ONU desde a década de 1950. Explica também que a ONU considera as armas em posse da população civil – caçadores, atiradores e cidadãos armados – uma ameaça para as futuras intervenções das tropas da ONU.
A ONU está trabalhando para implantar o totalitarismo mundial. O projeto e os objetivos estão expostos em linhas gerais no documento “Our Global Neighborhood”. Para ver uma outra análise sobre este documento clique aqui.
Um ponto do documento não mencionado pelo professor Olavo de Carvalho na citação inicial é o apoio explícito e efetivo “para incentivar [as iniciativas d]o desarmamento dos civis” em todo o mundo. (Confira o capítulo Promoting Security ; Último parágrafo).
A ONU utiliza uma técnica de autopromoção através de Organizações Não Governamentais. As ONGs recebem a denominação “Agentes de Mudança na Sociedade Civil” nos seus documentos. A própria ONU com o apoio de Fundações bilionárias pró-Governo Mundial, como a Fundação Ford, financiam milhares de ONGs pelo mundo e estas, por sua vez, têm a missão de promover “uma cultura da não-violência” cuja finalidade real é desarmar a população.
As ONGs e entidades da Rede Desarma Brasil - entre as quais Sou da Paz, Viva Rio, Paz pela Paz e Não Violência - não estão preocupadas em promover a segurança dos brasileiros. O mais engraçado é que a sua função está explicita em sua própria denominação. Querem desarmar o Brasil, o povo brasileiro. Custe o que custar. A segurança é só um pretexto, uma desculpa.
Caro leitor, a palavra “democracia” não possui o mesmo significado para você e a ONU. Para ela esse termo possui o mesmo significado que nas denominações dos seguintes países: República Popular Democrática da Coréia do Norte e República Popular Democrática da China. É a mais cínica aplicação do duplipensar orwelliano. Democracia é Totalitarismo.
por Wellington Moraes
A matéria é muito bem explícita quanto aos desejos totalitaristas dos diversos membros da ONU, em especial, daqueles pertencentes a estas comissões, pois, como meu falecido pai já dizia, "de boas intenções, o inferno está cheio".
Discordo, porém, do articulista quando ele diz que "Tarso, marxista-leninista e autor do livro 'Lênin Coração e Mente', não se lembra mais das recomendações de Marx e Engels sobre o 'armamento de todo o proletariado, com fuzis, carabinas, canhões e munições'", pois nosso sinistro da Justiça, Falso Gênero, exatamente por seguir a cartilha Leninista, pretende implantar o socialismo de acordo com o que Lenin dizia ser o "modus operandi" ideal para a implantação do socialismo (idéias tais bastante aprofundadas por Antonio Gramsci em seus "Cadernos do Cárcere") em seu famoso Decálogo.
Um dos "dez mandamentos" Leninista para a implantação e tomada do poder pelos socialistas é justamente aquele que diz que deve-se "catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa".
Como AINDA estamos numa democracia, no momento em que os governantes queriam, literalmente, tomar todas as armas da população civil, em 2005, surgiu uma grande resistência popular; optou-se, então, por fazer o referendo citado pelo autor.
Porém, em nenhum momento queria-se parar com o recolhimento das armas dos cidadãos respeitadores das leis - e, aí, não interessam os meliantes, pois eles ajudam os socialistas a "promover distúrbios", para que eles façam com que as autoridades legais não os coíbam, através dos chamados "direitos humanos".
Se verificarmos o "Decálogo de Lenin", veremos que, desde o primeiro governo civil, mas mais especialmente a partir de FHC, cada ítem tem sido cuidadosamente cuidado pelas esquerdas para implantarem o socialismo, quer como ordem nacional (Brasil), transnacional (URSAL ou UNASUL, como queiram) ou global (Governança Mundial da ONU).
Eis o Decálogo:
- Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
- Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa;
- Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
- Destrua a confiança do povo em seus líderes;
- Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo;
- Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação;
- Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
- Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não os coíbam;
- Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa;
- Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista.
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