Desde a promulgação da Constituição de 1988, argumenta-se que o Estado brasileiro tornou-se, definitivamente, um Estado Democrático de Direito, com a eliminação de diferenças e de discriminações e com a implementação de uma sociedade solidária, estando a lei assegurada pela independência e autonomia dos Três Poderes.
Apesar de tais desideratos estarem plasmados no texto constitucional, a realidade não tem correspondido à intenção dos constituintes. De início, não conseguem, o governo federal e os governos estaduais, fazer com que determinados movimentos respeitem a Carta Magna. MST, Vila Campesina e outros vivem, exclusivamente, da violação da Constituição e da lei, com o beneplácito e a colaboração, principalmente do governo federal, por meio de financiamentos e desapropriações, parte delas barrada nos Tribunais.
A destruição da Câmara dos Deputados, de pesquisas científicas, de terras, de lavouras, por tais movimentos repudiados pela população e que se negam a fazer o teste das urnas, tem sido uma constante e clara demonstração de que determinadas autoridades são coniventes com tais maculações da lei maior.
Por outro lado, magistrados de Tribunais Regionais, inclusive da Suprema Corte, criticam o excesso de prisões preventivas – muitas vezes arbitrárias – de pessoas, sem haver processos ou autos lavrados, quase sempre lastreadas em trechos pinçados de gravações telefônicas.
A imprensa publicou manifesto de eminentes desembargadores, que ficaram estupefatos quando souberam da existência de 409.000 escutas telefônicas autorizadas no Brasil, em 2007, tendo, inclusive, o ministro Sepúlveda Pertence, em depoimento na Câmara dos Deputados , tecido duras críticas a tais abusivas ações. Nem Orwell imaginaria, em seu dramático 1984, uma tal violação de privacidade.
Uma interpretação equivocada – a nosso ver – da Constituição, são os artigos 231 CF e 68 da ACDT, que ofertam direitos aos índios e aos quilombolas sobre terras que, no momento da promulgação da lei suprema, ocupariam e não que ocuparam no passado. Isso gera problemas. Pela interpretação oficial, o presente do indicativo do texto maior passou a ser o pretérito perfeito e onde se lê "ocupam" passou-se a ler "ocuparam".
Com isso, para aproximadamente 700 mil índios, nascidos no Brasil ou nos países vizinhos, estão sendo entregues 13% de território nacional. Aos declarados quilombolas – e são poucos aqueles que descendem efetivamente dos quilombos coloniais e vivem naquelas terras históricas – houve tal extensão conceitual do termo que a maior parte dos afro-descendentes passou a ser considerada quilombola.
Por outro lado, à luz de uma exegese controversa do que seja o neoconstitucionalismo, ou seja, dar praticidade aos princípios constitucionais – tese de rigor que deu origem ao constitucionalismo americano e francês, não sendo, portanto, novo, mas apenas mais uma tentativa de adaptar-se o "construtivismo" americano à realidade social –, o Poder Judiciário tem-se outorgado o direito de se transformar em legislador positivo, não poucas vezes, sobrepondo-se ao Poder Legislativo no suprir o que entende ser omissão daquele poder.
Por seu lado, o Poder Executivo continua utilizando-se das medidas provisórias, que só foram colocadas no texto constitucional – pois a Constituição de 1988 deveria ser para uma República Parlamentar do Governo – tornando-se, de rigor, no verdadeiro legislador.
Temos, portanto, um Brasil curioso. O Poder Executivo assumiu funções legislativas, por meio das medidas provisórias. O Poder Legislativo, diminuído em suas funções, por meio das CPIs transformou-se em Poder Judiciário. E o Poder Judiciário, de legislador negativo – ou seja, de não dar sequência às normas constitucionais –, assume, mais e mais, à luz de estranha concepção do neoconstitucionalismo, a função de legislador positivo.
É, neste País de contradições e de preconceitos às avessas, que os privilégios das cotas universitárias e para pessoas de opções sexuais diversas estão a refletir discriminações contra a grande maioria dos demais cidadãos comuns. Dessa forma, a juventude busca alternativas para o futuro, não encontrando, entretanto, nos seus líderes atuais, um modelo paradigmático a ser seguido.
Nossa esperança reside na educação e no trabalho daqueles que ainda acreditam no ensino e estão dispostos a tentar influenciar as futuras gerações com ideias não contaminadas, sem preconceitos, sabendo que solidariedade não se faz com o semear do joio, nem se cria uma grande nação com ódio e preconceitos, favorecendo grupos contrários ao Estado de Direito, ou beneficiando aqueles que se enquistam no poder, não para servir à sociedade, mas para dela se servir.
Infelizmente, gerar conflitos sociais encontra-se na base do PNDH-3.
por Ives Gandra Martins e João Ricardo Moderno
quarta-feira, 10 de março de 2010
O "Socialismo Democrático" do PT Não Basta Mais
O presidente da OAB nacional, Ophir Cavalcante, finalmente vai trombar com o governo. É que Lula tirou da gaveta um antigo projeto, de inspiração fascista, que autoriza o governo a quebrar sigilo bancário e fiscal, confiscar bens, executar dívidas fiscais e até arrombar portas e cofres de contribuintes, tudo sem autorização judicial. Pelo projeto, o governo julgaria processos tributários e decretaria execuções fiscais.
Filme de horror
O projeto de Lula foi defendido ontem pelo ministro Luis Adams (AGU) no conselho federal da OAB, provocando indignação e perplexidade.
Violência jurídica
Lula quer que o Fisco penhore bens sem autorização judicial, “fazendo justiça com as próprias mãos”, diz Márcia Melaré, conselheira da OAB.
Nem na ditadura
Se o projeto de Lula for aprovado, o governo poderá entrar em contas bancárias e declarações fiscais sem pedir licença nem ao Judiciário.
por Claudio Humberto
Agora sim Lula está dizendo a que veio! Aquela "Carta ao Povo Brasileiro" era só mais uma empulhação esquerdista.
O propósito é a dominação pura e simples, ao estilo Fidel Castro. Apenas o "modus operandi" é diferente: a revolução petista é ao estilo Gramsci, "comendo pelas bordas" como se diz por aí.
Ele sabia muito bem o que estava fazendo quando assinou o PNDH III, o Plano Nacional de Direitos dos Humanos (Comunistas).
Agora, tira da gaveta mais uma parte do plano de dominação que acordou com os outros membros do Foro de São Paulo, a fim de não ficar muito atrás de Chávez, Evo e Correa. Afinal, eles têm uma meta: transformar a América Latina e o Caribe numa imensa União Soviética - com todas as mazelas resultantes da implantação do socialismo, como sempre ocorreu em todos os lugares e tempos.
Só lamento que Cláudio Humberto ainda não dê o verdadeiro nome aos bois! Cláudio, meu querido, o projeto não é de inspiração fascista. É genuinamente COMUNISTA! É a essência de Fidel correndo nas veias dos luláticos petistas.
Filme de horror
O projeto de Lula foi defendido ontem pelo ministro Luis Adams (AGU) no conselho federal da OAB, provocando indignação e perplexidade.
Violência jurídica
Lula quer que o Fisco penhore bens sem autorização judicial, “fazendo justiça com as próprias mãos”, diz Márcia Melaré, conselheira da OAB.
Nem na ditadura
Se o projeto de Lula for aprovado, o governo poderá entrar em contas bancárias e declarações fiscais sem pedir licença nem ao Judiciário.
por Claudio Humberto
Agora sim Lula está dizendo a que veio! Aquela "Carta ao Povo Brasileiro" era só mais uma empulhação esquerdista.
O propósito é a dominação pura e simples, ao estilo Fidel Castro. Apenas o "modus operandi" é diferente: a revolução petista é ao estilo Gramsci, "comendo pelas bordas" como se diz por aí.
Ele sabia muito bem o que estava fazendo quando assinou o PNDH III, o Plano Nacional de Direitos dos Humanos (Comunistas).
Agora, tira da gaveta mais uma parte do plano de dominação que acordou com os outros membros do Foro de São Paulo, a fim de não ficar muito atrás de Chávez, Evo e Correa. Afinal, eles têm uma meta: transformar a América Latina e o Caribe numa imensa União Soviética - com todas as mazelas resultantes da implantação do socialismo, como sempre ocorreu em todos os lugares e tempos.
Só lamento que Cláudio Humberto ainda não dê o verdadeiro nome aos bois! Cláudio, meu querido, o projeto não é de inspiração fascista. É genuinamente COMUNISTA! É a essência de Fidel correndo nas veias dos luláticos petistas.
Maldade Patológica
Não dá nem para justificar que Lula não intercede em favor do preso político cubano Guillermo Fariñas porque ele é sociólogo e o presidente do Brasil odeia esta "raça".
Orlando Zapata, que morreu praticamente nos braços de Lula, suplicando pela sua ajuda, era um operário e também não recebeu um só gesto de solidariedade por parte do brasileiro.
Fica assim provado que Lula está sendo desumano em relação a todas as classes sociais. A maldade de Lula, portanto, não é ideológica. É patológica.
Assine a petição para tentarmos fazer com que o comunista Lula queira tentar mostrar que é um ser humano e peça ao comunista Fidel, seu parceiro de Foro de São Paulo, para parar de prender e torturar e matar aqueles que discordam de seu governo.
Orlando Zapata, que morreu praticamente nos braços de Lula, suplicando pela sua ajuda, era um operário e também não recebeu um só gesto de solidariedade por parte do brasileiro.
Fica assim provado que Lula está sendo desumano em relação a todas as classes sociais. A maldade de Lula, portanto, não é ideológica. É patológica.
Assine a petição para tentarmos fazer com que o comunista Lula queira tentar mostrar que é um ser humano e peça ao comunista Fidel, seu parceiro de Foro de São Paulo, para parar de prender e torturar e matar aqueles que discordam de seu governo.
O Silêncio dos Indecentes
“Temos de respeitar a determinação da Justiça e do governo cubanos de prender as pessoas em função da legislação de Cuba, como quero que respeitem a do Brasil”.
É a forma que a “autodeterminação dos povos” tomou no discurso de Lula. A questão nada irrelevante é que este “respeito” implica mais do que a convivência pacífica com uma tirania: implica mesmo a sua defesa. Eis o governo que anseia por um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Resisto sempre a apelar aos extremos da ignomínia quando analiso a fala e a ação de políticos contemporâneos porque, diante daqueles, as barbaridades ora perpetradas acabam parecendo menores. Mas, nesse caso, acho pertinente, porque Lula expressa o que parece ser um norte moral de seu governo. E isso explica o seu apoio incondicional ao Irã, por exemplo.
Imaginem Lula como o presidente do Brasil nas décadas de 30 e 40 do século passado. Quando lhe dissessem que na Alemanha — e, depois, nos países ocupados — judeus eram presos, confinados em guetos, assassinados, o valente diria: “Temos de respeitar a determinação da Justiça e do governo da Alemanha de prender as pessoas em função da legislação da Alemanha, como quero que respeitem a do Brasil”. Getúlio, outro grande herói das nossas desditas, chegou bem perto disso, é verdade.
E, se a fala poderia ter servido para justificar o totalitarismo nazista, então é útil para endossar qualquer horror, porque todos os outros tenderão a ser menores.
Da questão mais geral, uma consideração de lesa humanidade, para a questão específica:
“Eu acho que greve de fome não pode ser utilizada como um pretexto dos [da luta por] Direitos Humanos para libertar pessoas. Imagine se todos os bandidos que estão presos em São Paulo entrarem em greve de fome e pedirem liberdade”.
Pois é… Penso na gritaria que vigaristas estão fazendo no Brasil, distorcendo de maneira miserável, pilantra, safada, a fala do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que se limitou a lembrar fatos históricos sobre o escravismo e o tráfico negreiro. A essa altura, as franjas do partido na USP — onde há mais comunistas do que em Pequim — já devem ter sido convocadas para a guerra. Preparem-se! Tentarão associar os que combatem as cotas ao fascismo, ao golpismo, à terrível “direita”. E não! Não virão com fatos. Tentarão jogar contra “os reacionários” a sua suposta superioridade moral, como fez um certo Marcos Nobre num artigo que esculhambei aqui. Uma superioridade assentada sobre milhões de cadáveres.
Penso na canalha que sai por aí defendendo o Programa Nacional-Socialista dos Direitos Humanos, aquele que prevê censura à imprensa em nome da defesa do que essa gente vagabunda entende por humanismo. Penso na sua gritaria em favor da revisão da Lei de Anistia, tentando fazer a história voltar para trás, como se já não bastasse a santificação de notórios terroristas — creio que a indenização para alguns deles tenha sido dada segundo o número de homicídios que carregam nas costas…
Todos eles são, sem dúvida, muito humanos, muito generosos, preocupadíssimos com as liberdades públicas. E, por isso mesmo, esses farsantes não emitirão um pio sobre as barbaridades ditas por Lula, que retratam a degradação da política externa brasileira, que atinge, assim, baixezas nunca antes alcançadas nestepaiz.
E sabem por que o silêncio? Porque essa gente acredita que o governo cubano faz muito bem em prender os dissidentes, em torturá-los, em matá-los. ELES ESTÃO DIZENDO O QUE TERIAM FEITO NO BRASIL SE TIVESSEM VENCIDO. ELES ESTÃO DIZENDO O QUE ESPERAM QUE SE FAÇA NO BRASIL SE CONSEGUIREM, COMO PRETENDEM, ANIQUILAR A OPOSIÇÃO.
A anistia e os indecentes
Ora, só foi possível aprovar uma Lei de Anistia no Brasil porque o regime, afinal de contas, não era de esquerda. Ou me digam qual é a tradição do comunismo nessa área. Regimes comunistas caíram de podre, ou seus dirigentes foram vitimados por golpes internos, substituídos por outros tarados. No máximo, gangues que caíram em desgraça foram reabilitadas, mas jamais se operou o perdão político. Porque a “racionalidade” do partido nunca permitiu que isso acontecesse.
Essa canalha tenta achincalhar e extinguir a Lei de Anistia justamente porque, no seu modelo, não cabe uma “anistia”. Para os seus bandidos, ela considera que o perdão político é uma obrigação; para os bandidos dos outros, um privilégio inaceitável. Não é que essa gente se oponha, por princípio, ao crime, à violência, à tortura, à eliminação física do adversário. Considera que essas são ações inaceitáveis só quando elas colhem os seus sequazes. Mas é a prática que ela admite e defende quando se trata de enfrentar seus inimigos.
Por isso os indecorosos vão silenciar diante da fala de Lula, que compara presos políticos a bandidos comuns. Cuba não teria mesmo por que indagar o Brasil sobre os seus encarcerados porque não há presos de consciência por aqui. Na ilha, há. E aos montes. Lula já tinha chegado ao esmero de acusar o dissidente Zapata pela própria morte. Agora, compara um preso político a um assassino ou traficante.
Eis “o cara” que assombra o mundo, o “estadista global” dos tontos de Davos, o homem do ano do “Le Monde” e do “El País”, o herói de certa “intelectualha” brasileira pela qual o meu desprezo, a cada dia, só faz aumentar. Silenciar diante da entrevista de Lula é ser conivente com os fanáticos homicidas do regime cubano e com a violência como princípio aceitável da política.
por Reinaldo Azevedo
É a forma que a “autodeterminação dos povos” tomou no discurso de Lula. A questão nada irrelevante é que este “respeito” implica mais do que a convivência pacífica com uma tirania: implica mesmo a sua defesa. Eis o governo que anseia por um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Resisto sempre a apelar aos extremos da ignomínia quando analiso a fala e a ação de políticos contemporâneos porque, diante daqueles, as barbaridades ora perpetradas acabam parecendo menores. Mas, nesse caso, acho pertinente, porque Lula expressa o que parece ser um norte moral de seu governo. E isso explica o seu apoio incondicional ao Irã, por exemplo.
Imaginem Lula como o presidente do Brasil nas décadas de 30 e 40 do século passado. Quando lhe dissessem que na Alemanha — e, depois, nos países ocupados — judeus eram presos, confinados em guetos, assassinados, o valente diria: “Temos de respeitar a determinação da Justiça e do governo da Alemanha de prender as pessoas em função da legislação da Alemanha, como quero que respeitem a do Brasil”. Getúlio, outro grande herói das nossas desditas, chegou bem perto disso, é verdade.
E, se a fala poderia ter servido para justificar o totalitarismo nazista, então é útil para endossar qualquer horror, porque todos os outros tenderão a ser menores.
Da questão mais geral, uma consideração de lesa humanidade, para a questão específica:
“Eu acho que greve de fome não pode ser utilizada como um pretexto dos [da luta por] Direitos Humanos para libertar pessoas. Imagine se todos os bandidos que estão presos em São Paulo entrarem em greve de fome e pedirem liberdade”.
Pois é… Penso na gritaria que vigaristas estão fazendo no Brasil, distorcendo de maneira miserável, pilantra, safada, a fala do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que se limitou a lembrar fatos históricos sobre o escravismo e o tráfico negreiro. A essa altura, as franjas do partido na USP — onde há mais comunistas do que em Pequim — já devem ter sido convocadas para a guerra. Preparem-se! Tentarão associar os que combatem as cotas ao fascismo, ao golpismo, à terrível “direita”. E não! Não virão com fatos. Tentarão jogar contra “os reacionários” a sua suposta superioridade moral, como fez um certo Marcos Nobre num artigo que esculhambei aqui. Uma superioridade assentada sobre milhões de cadáveres.
Penso na canalha que sai por aí defendendo o Programa Nacional-Socialista dos Direitos Humanos, aquele que prevê censura à imprensa em nome da defesa do que essa gente vagabunda entende por humanismo. Penso na sua gritaria em favor da revisão da Lei de Anistia, tentando fazer a história voltar para trás, como se já não bastasse a santificação de notórios terroristas — creio que a indenização para alguns deles tenha sido dada segundo o número de homicídios que carregam nas costas…
Todos eles são, sem dúvida, muito humanos, muito generosos, preocupadíssimos com as liberdades públicas. E, por isso mesmo, esses farsantes não emitirão um pio sobre as barbaridades ditas por Lula, que retratam a degradação da política externa brasileira, que atinge, assim, baixezas nunca antes alcançadas nestepaiz.
A anistia e os indecentes
Ora, só foi possível aprovar uma Lei de Anistia no Brasil porque o regime, afinal de contas, não era de esquerda. Ou me digam qual é a tradição do comunismo nessa área. Regimes comunistas caíram de podre, ou seus dirigentes foram vitimados por golpes internos, substituídos por outros tarados. No máximo, gangues que caíram em desgraça foram reabilitadas, mas jamais se operou o perdão político. Porque a “racionalidade” do partido nunca permitiu que isso acontecesse.
Essa canalha tenta achincalhar e extinguir a Lei de Anistia justamente porque, no seu modelo, não cabe uma “anistia”. Para os seus bandidos, ela considera que o perdão político é uma obrigação; para os bandidos dos outros, um privilégio inaceitável. Não é que essa gente se oponha, por princípio, ao crime, à violência, à tortura, à eliminação física do adversário. Considera que essas são ações inaceitáveis só quando elas colhem os seus sequazes. Mas é a prática que ela admite e defende quando se trata de enfrentar seus inimigos.
Por isso os indecorosos vão silenciar diante da fala de Lula, que compara presos políticos a bandidos comuns. Cuba não teria mesmo por que indagar o Brasil sobre os seus encarcerados porque não há presos de consciência por aqui. Na ilha, há. E aos montes. Lula já tinha chegado ao esmero de acusar o dissidente Zapata pela própria morte. Agora, compara um preso político a um assassino ou traficante.
Eis “o cara” que assombra o mundo, o “estadista global” dos tontos de Davos, o homem do ano do “Le Monde” e do “El País”, o herói de certa “intelectualha” brasileira pela qual o meu desprezo, a cada dia, só faz aumentar. Silenciar diante da entrevista de Lula é ser conivente com os fanáticos homicidas do regime cubano e com a violência como princípio aceitável da política.
por Reinaldo Azevedo
In Statu Quo Res Erant Ante Bellum
Em 19/08/2008, escrevi um post a respeito do racismo extremado do "mestre" esquerdista Karl Marx. Como sempre, quando tocamos nas feridas dos esquerdistas, eles tentam logo nos incutir que o sistema socialista - o pai do comunismo - é a melhor coisa do mundo. Kelly Braga, professora formada em pedagogia, que ensina sociologia e filosofia, foi uma destas pessoas. E eu lha respondi num outro post chamado "In Statu Quo Ante Bellum".
Agora, quase um ano depois, Kelly volta à carga, tentando fazer-me crer - ou tentando fazer crer a si própria - que o socialismo é melhor que o "capitalismo".
Uma das coisas que Kelly diz ensinar é filosofia. Não sei onde ela aprendeu, mas a filosofia é essencialmente a arte do pensamento. E uma das principais bases do pensamento filosófico é justamente a lógica, que nada mais é do que um pensamento puramente matemático.
Aliás, eu, como analista de sistema, utilizo constantemente a lógica para analisar o contexto dos vários sistemas existentes - aqueles em que atuo, os que me afetam, os que desenvolvo. É a partir desta base lógica que descubro qual a minha participação como ator na sociedade em que vivo. E por isto, costumo deixar minhas emoções serem direcionadas para aqueles que delas necessitam - minha mulher, meus filhos, parentes, amigos próximos; e os necessitados, quando há grandes calamidades ou quando passo a conhecê-los e saber se fizeram a lição de casa para tentar crescer neste "mundo capitalista", como muitas pessoas fazem.
Mas vamos ao seu comentário, afinal é por causa dele que este post está sendo feito, não é mesmo? Kelly segue em vermelho e eu em azul.
Você diz que no capitalismo existe liberdade, mas essa liberdade na verdade é uma falácia. Liberdade onde? Como pode existir liberdade onde as televisões utilizam a arte para massificar o pensamento do ser humano, para deformar o imaginário infantil destruindo os valores, onde há alienação.
Sim, Kelly, eu digo - e afirmo - que no "capitalismo", que eu costumo chamar de LIVRE MERCADO (e só não é mais livre graças ao Estado, que sempre quer interferir em tudo o que se refere aos sistemas em que estamos inseridos), existe liberdade. Afinal de contas, você é livre para trocar de canal e procurar outra programação; é livre para fazer uma assinatura de TV a cabo ou por satélite; e, mais radicalmente ainda, é livre para escolher nada disso e desligar sua TV!
Ademais, Kelly, sabemos que quem gosta de destruir valores são os socialistas, não é mesmo? Marx o fez, Lenin o fez, Stalin o fez. Gramsci teorizou muito sobre isto. Aliás, todos os grandes teóricos socialistas sempre ensinaram sobre a destruição de valores ditos "burgueses", como a família, a religião, o trabalho, a liberdade, a propriedade privada etc., para que tudo fosse "socialmente" de todos - e nada fosse de ninguém, exceto de alguns que tivessem mais direitos que os outros.
Basta ver, por exemplo, as propostas socialistas do PNDH III do PT: extinção da Lei da Anistia para apenas um dos lados da época dos governos militares, controle da mídia ao estilo cubano/venezuelano; extinção do agronegócio, principal fonte incremento do PIB, para a formação de gulags para o MST; instituição do assassínio puro e simples, com a implementação do aborto como prática corrente; criação de um abismo social, através da criação de direitos diferenciados para determinados grupos - principalmente aqueles engajados na luta pela implementação do socialismo.
Quanto à alienação, Kelly, que dizer? Aqui, no "capitalismo", você tem o direito de ir, vir, aprender, conhecer, se esforçar para vencer na vida, escolhendo todas as coisas que você acha serem melhor para si própria e para toda a sua vida.
Há dificuldades e desafios nestas escolhas? Claro, que há, Kelly! Quando você faz uma escolha que paute sua vida, você deixa outra opção de lado.
Você, por exemplo, escolheu uma tendência esquerdista. Logo, deixou-se levar pela utopia do "novo homem para um novo mundo", deixando de lado a outra escolha, que é lutar para a evolução da sociedade como um todo sem qualquer utopia, encarando a realidade que a cerca, melhorando sua vida e auxiliando outros a melhorar também. E se alguns ganham mais do que outros, por capacidade, merecimento, escolha etc., o que podemos fazer é dar-lhes mérito e seguir em frente.
Não há liberdade quando o ser humano em nome do capital não consegue compreender a dependência que tem em relação à natureza e polui o próprio meio em que vive.
Kelly está confundindo conceitos e não consegue, como professora de filosofia, pensar sobre a liberdade. "Somos todos livres para fazermos o que quisermos fazer" é uma máxima que ela ainda não compreendeu - e é uma das máximas que eu defendo.
É óbvio que, em tudo que fazemos, a terceira lei de Newton é aplicada inexoravelmente: sempre há consequências, quer boas ou ruins.
Assim é que os indivíduos são livres para poluir o meio em que vivem - quer por ignorância, quer por puro e simples mau-caratismo -, mas têm que aguentar os revezes advindos desta liberdade. E eles também são livres para mudar de idéia e parar de poluir e lutar para que outros não o façam.
E embora os países "capitalistas" tenham um largo histórico de poluição ambiental, causado pelo desenvolvimento que sofreram, sabemos que os maiores poluidores mundiais sempre foram, na verdade, os socialistas: estes, historicamente, sempre utilizaram tecnologia extremamente defasada em todos os aspectos da vida - assim foi na extinta URSS, assim é na Coréia do Norte e na China, ainda hoje. Lá, diferentemente daqui, quem decide quem vai fazer, o quê vai ser feito e como qualquer coisa deve ser feita é o Estado, não importando o meio ambiente, a poluição ou os indivíduos: todos, lá, são animais gregários, meras formigas trabalhadeiras a serviço da rainha que ocupa o poder.
Não disse que o socialismo é a salvação da lavoura, mesmo porque não acredito que tenha existido uma experiência realmente socialista, existiram e existem caminhos com erros e acertos em busca do socialismo.
Ainda bem que Kelly não disse que o socialismo é salvação da lavoura, não é mesmo? Porque aí sim estaria caindo na maior falácia que existe. A socialista Cuba que o diga: não tem lavoura praticamente alguma. Aliás, nem papel higiênico - pelo menos, para a população, que tem que usar o Granma, o principal jornaleco socialista daquele país, que não deixa o povo "alienado", como disse Kelly, e conta as verdades que interessam à manutenção do statu quo de Fidel Castro.
Mas, ah!, eis a que vem, finalmente, a Kelly: como todos os esquerdistas mais modernos, nega a Verdade, corroborada por fatos! Nunca houve uma "experiência realmente socialista"!
Lembram-se que, no início deste post, eu falei sobre lógica? Pois é! Kelly esqueceu-se de usá-la. Aliás, este é um dos males dos esquerdistas: falta de lógica.
Kelly - como todos os outros esquerdistas - esquece-se de que só podemos comparar a realidade com a realidade. As "experiências socialistas" foram reais, de acordo com o que os "mestres" socialistas Marx/Engels, Lenin, Stalin propugnaram e implementaram. E TODOS os outros teóricos socialistas, de uma forma ou de outra, corroboraram estas experiências.
Fosse para buscar os utópicos caminhos do socialismo perfeito que a Kelly imagina ser o verdadeiro - e sempre que conversei com esquerdistas notei que cada indivíduo o imagina de uma forma diferente dos outros, em maior ou menor grau -, buscaríamos os utópicos caminhos do "capitalismo" perfeito, com grandes ganhos para todos numa sociedade.
Conclusão
Kelly esquece - ou não leu, na verdade - o que eu citei no primeiro post em que lhe respondi: não somos animais gregários. Somos indivíduos, com pensamentos, anseios, atitudes, desejos diferentes. Somos bons, somos ruins. Somos diferentes. E cada pessoa deve lidar com todos os fatos de sua vida, porque ali os colocou e a ela cabe decidir o que com eles fazer, pois são fruto de suas escolhas.
Veja abaixo, o que as "experiências socialistas" causaram em termos de mortes até hoje.
Eu escolho não ser apenas mais um numa manada e combater o socialismo, antes que ele parteje o comunismo por aqui. E o que você escolhe, Kelly?
Agora, quase um ano depois, Kelly volta à carga, tentando fazer-me crer - ou tentando fazer crer a si própria - que o socialismo é melhor que o "capitalismo".
Uma das coisas que Kelly diz ensinar é filosofia. Não sei onde ela aprendeu, mas a filosofia é essencialmente a arte do pensamento. E uma das principais bases do pensamento filosófico é justamente a lógica, que nada mais é do que um pensamento puramente matemático.
Aliás, eu, como analista de sistema, utilizo constantemente a lógica para analisar o contexto dos vários sistemas existentes - aqueles em que atuo, os que me afetam, os que desenvolvo. É a partir desta base lógica que descubro qual a minha participação como ator na sociedade em que vivo. E por isto, costumo deixar minhas emoções serem direcionadas para aqueles que delas necessitam - minha mulher, meus filhos, parentes, amigos próximos; e os necessitados, quando há grandes calamidades ou quando passo a conhecê-los e saber se fizeram a lição de casa para tentar crescer neste "mundo capitalista", como muitas pessoas fazem.
Mas vamos ao seu comentário, afinal é por causa dele que este post está sendo feito, não é mesmo? Kelly segue em vermelho e eu em azul.
Você diz que no capitalismo existe liberdade, mas essa liberdade na verdade é uma falácia. Liberdade onde? Como pode existir liberdade onde as televisões utilizam a arte para massificar o pensamento do ser humano, para deformar o imaginário infantil destruindo os valores, onde há alienação.
Sim, Kelly, eu digo - e afirmo - que no "capitalismo", que eu costumo chamar de LIVRE MERCADO (e só não é mais livre graças ao Estado, que sempre quer interferir em tudo o que se refere aos sistemas em que estamos inseridos), existe liberdade. Afinal de contas, você é livre para trocar de canal e procurar outra programação; é livre para fazer uma assinatura de TV a cabo ou por satélite; e, mais radicalmente ainda, é livre para escolher nada disso e desligar sua TV!
Ademais, Kelly, sabemos que quem gosta de destruir valores são os socialistas, não é mesmo? Marx o fez, Lenin o fez, Stalin o fez. Gramsci teorizou muito sobre isto. Aliás, todos os grandes teóricos socialistas sempre ensinaram sobre a destruição de valores ditos "burgueses", como a família, a religião, o trabalho, a liberdade, a propriedade privada etc., para que tudo fosse "socialmente" de todos - e nada fosse de ninguém, exceto de alguns que tivessem mais direitos que os outros.
Basta ver, por exemplo, as propostas socialistas do PNDH III do PT: extinção da Lei da Anistia para apenas um dos lados da época dos governos militares, controle da mídia ao estilo cubano/venezuelano; extinção do agronegócio, principal fonte incremento do PIB, para a formação de gulags para o MST; instituição do assassínio puro e simples, com a implementação do aborto como prática corrente; criação de um abismo social, através da criação de direitos diferenciados para determinados grupos - principalmente aqueles engajados na luta pela implementação do socialismo.
Quanto à alienação, Kelly, que dizer? Aqui, no "capitalismo", você tem o direito de ir, vir, aprender, conhecer, se esforçar para vencer na vida, escolhendo todas as coisas que você acha serem melhor para si própria e para toda a sua vida.
Há dificuldades e desafios nestas escolhas? Claro, que há, Kelly! Quando você faz uma escolha que paute sua vida, você deixa outra opção de lado.
Você, por exemplo, escolheu uma tendência esquerdista. Logo, deixou-se levar pela utopia do "novo homem para um novo mundo", deixando de lado a outra escolha, que é lutar para a evolução da sociedade como um todo sem qualquer utopia, encarando a realidade que a cerca, melhorando sua vida e auxiliando outros a melhorar também. E se alguns ganham mais do que outros, por capacidade, merecimento, escolha etc., o que podemos fazer é dar-lhes mérito e seguir em frente.
Não há liberdade quando o ser humano em nome do capital não consegue compreender a dependência que tem em relação à natureza e polui o próprio meio em que vive.
Kelly está confundindo conceitos e não consegue, como professora de filosofia, pensar sobre a liberdade. "Somos todos livres para fazermos o que quisermos fazer" é uma máxima que ela ainda não compreendeu - e é uma das máximas que eu defendo.
É óbvio que, em tudo que fazemos, a terceira lei de Newton é aplicada inexoravelmente: sempre há consequências, quer boas ou ruins.
Assim é que os indivíduos são livres para poluir o meio em que vivem - quer por ignorância, quer por puro e simples mau-caratismo -, mas têm que aguentar os revezes advindos desta liberdade. E eles também são livres para mudar de idéia e parar de poluir e lutar para que outros não o façam.
E embora os países "capitalistas" tenham um largo histórico de poluição ambiental, causado pelo desenvolvimento que sofreram, sabemos que os maiores poluidores mundiais sempre foram, na verdade, os socialistas: estes, historicamente, sempre utilizaram tecnologia extremamente defasada em todos os aspectos da vida - assim foi na extinta URSS, assim é na Coréia do Norte e na China, ainda hoje. Lá, diferentemente daqui, quem decide quem vai fazer, o quê vai ser feito e como qualquer coisa deve ser feita é o Estado, não importando o meio ambiente, a poluição ou os indivíduos: todos, lá, são animais gregários, meras formigas trabalhadeiras a serviço da rainha que ocupa o poder.
Não disse que o socialismo é a salvação da lavoura, mesmo porque não acredito que tenha existido uma experiência realmente socialista, existiram e existem caminhos com erros e acertos em busca do socialismo.
Ainda bem que Kelly não disse que o socialismo é salvação da lavoura, não é mesmo? Porque aí sim estaria caindo na maior falácia que existe. A socialista Cuba que o diga: não tem lavoura praticamente alguma. Aliás, nem papel higiênico - pelo menos, para a população, que tem que usar o Granma, o principal jornaleco socialista daquele país, que não deixa o povo "alienado", como disse Kelly, e conta as verdades que interessam à manutenção do statu quo de Fidel Castro.
Mas, ah!, eis a que vem, finalmente, a Kelly: como todos os esquerdistas mais modernos, nega a Verdade, corroborada por fatos! Nunca houve uma "experiência realmente socialista"!
Lembram-se que, no início deste post, eu falei sobre lógica? Pois é! Kelly esqueceu-se de usá-la. Aliás, este é um dos males dos esquerdistas: falta de lógica.
Kelly - como todos os outros esquerdistas - esquece-se de que só podemos comparar a realidade com a realidade. As "experiências socialistas" foram reais, de acordo com o que os "mestres" socialistas Marx/Engels, Lenin, Stalin propugnaram e implementaram. E TODOS os outros teóricos socialistas, de uma forma ou de outra, corroboraram estas experiências.
Fosse para buscar os utópicos caminhos do socialismo perfeito que a Kelly imagina ser o verdadeiro - e sempre que conversei com esquerdistas notei que cada indivíduo o imagina de uma forma diferente dos outros, em maior ou menor grau -, buscaríamos os utópicos caminhos do "capitalismo" perfeito, com grandes ganhos para todos numa sociedade.
Conclusão
Kelly esquece - ou não leu, na verdade - o que eu citei no primeiro post em que lhe respondi: não somos animais gregários. Somos indivíduos, com pensamentos, anseios, atitudes, desejos diferentes. Somos bons, somos ruins. Somos diferentes. E cada pessoa deve lidar com todos os fatos de sua vida, porque ali os colocou e a ela cabe decidir o que com eles fazer, pois são fruto de suas escolhas.
Veja abaixo, o que as "experiências socialistas" causaram em termos de mortes até hoje.
Eu escolho não ser apenas mais um numa manada e combater o socialismo, antes que ele parteje o comunismo por aqui. E o que você escolhe, Kelly?
terça-feira, 2 de março de 2010
Um Hino Para os Dias de Hoje...
Essa eu vi no blogo da Norma Braga. E é genial! Alguém se lembra daquela musiquinha dos Titãs chamada "Igreja"? Ela batia na religião (católica, claro!) dizendo:
Eu não gosto de padre
Eu não gosto de madre
Eu não gosto de frei
Eu não gosto de bispo
Eu não gosto de Cristo
Eu não digo amém!
Pois bem, a Norma usou a música para criar uma letra genial e atual, própria para os dias de hoje: totalmente contracultural e politicamente incorreta. Acho que é nosso dever como verdadeiros Democratas espalhá-la.
Eu não gosto de Lênin
Eu não gosto de Stálin
Eu não gosto do Che!
Eu não gosto do Chávez
Não gosto do Morales
Eu não sigo Fidel!
Eu não rezo pra Lula
Eu não voto na Dilma
Eu não sou do PT!
Não! Não!
Eu não gosto de Darwin
Eu não gosto de Dawkins
Nem do tal do big bang
Eu não sou feminista
Não aprovo o aborto
Eu gosto do neném!
Eu não faço parada
Eu não creio nas cotas
Nem festejo Zumbi!
Eu não gosto da esquerda
Eu não entro pra esquerda
Não sou comunistão!
Não! Não!
Não gosto!
Eu não gosto!
Não! Não gosto!
Eu não gosto!
Eu não gosto de padre
Eu não gosto de madre
Eu não gosto de frei
Eu não gosto de bispo
Eu não gosto de Cristo
Eu não digo amém!
Pois bem, a Norma usou a música para criar uma letra genial e atual, própria para os dias de hoje: totalmente contracultural e politicamente incorreta. Acho que é nosso dever como verdadeiros Democratas espalhá-la.
Eu não gosto de Lênin
Eu não gosto de Stálin
Eu não gosto do Che!
Eu não gosto do Chávez
Não gosto do Morales
Eu não sigo Fidel!
Eu não rezo pra Lula
Eu não voto na Dilma
Eu não sou do PT!
Não! Não!
Eu não gosto de Darwin
Eu não gosto de Dawkins
Nem do tal do big bang
Eu não sou feminista
Não aprovo o aborto
Eu gosto do neném!
Eu não faço parada
Eu não creio nas cotas
Nem festejo Zumbi!
Eu não gosto da esquerda
Eu não entro pra esquerda
Não sou comunistão!
Não! Não!
Não gosto!
Eu não gosto!
Não! Não gosto!
Eu não gosto!
Esquerdismo Assassino e Seus Cúmplices
Em artigo para o Boston Globe, o jornalista Matthew Price conta que perguntaram para o propalado historiador Eric Hobsbawn, leitura obrigatória nas universidades brasileiras, se a perda de vinte milhões de pessoas no regime comunista da antiga União Soviética havia sido justificável. Sem hesitar diante das câmeras de TV, Hobsbawn respondeu: "Sim."
Há quem diga que o comunismo acabou, mas (que curioso!), mesmo morto, continua matando. Dias depois da publicação do artigo de Price, em março de 2003, houve a chamada Primavera Negra em Cuba, uma onda de prisões de dissidentes do regime castrista. Entre 75 outros cubanos, Orlando Zapata Tamayo foi preso. Seus crimes: "desrespeito, desordem pública e resistência". Sua pena: 36 anos de detenção. No cárcere, vinha sofrendo graves espancamentos, maus-tratos e tortura psicológica. Quase sete anos depois, no dia 3 de dezembro de 2009, Tamayo decidiu que seu martírio não seria em vão: começou uma greve de fome pelo fim da ditadura em Cuba. O chefe da prisão resolveu "dar uma forcinha" para a greve e mandou que negassem água ao preso. Hospitalizado com falência renal, foi posto nu em um quarto com um forte ar-condicionado e contraiu pneumonia. Em seguida, sem tratamento, foi levado de volta para a prisão, largado para morrer. No dia 23 de fevereiro deste ano, depois de 85 dias sem se alimentar, Tamayo falece.
Diante do ocorrido, qual o veredito de Raúl Castro, irmão do ditador? "A culpa é dos Estados Unidos."
Graças ao Senhor de toda a justiça, a morte de Tamayo está provocando protestos no mundo inteiro. Os Estados Unidos, a União Europeia e o Canadá exigem a libertação de todos os presos políticos em Cuba (duzentos, segundo os dissidentes). Na República Checa, o parlamento guardou um minuto de silêncio em homenagem a ele. Lech Walesa, líder que trabalhou pelo fim do comunismo na Polônia, está pressionando o governo cubano a favor dos encarcerados, e a Anistia Internacional se pronunciou sobre a repressão violenta do regime. A movimentação chega tarde demais, porém: desde 1959, a Cuba socialista já matou 17 mil diretamente e 83 mil no mar, tentando deixar a ilha.
E o Brasil, o que fez? Lula estava lá e, representando-nos, calou-se diante de tudo isso.
Conta o jornalista que Hobsbawn, cúmplice ideológico do assassinato de milhões de pessoas, alegrou-se muitíssimo com a eleição de Lula para presidente do Brasil. Compreende-se. Diante das mortes simbólicas e reais do mundo socialista, ambos se irmanam em suas justificações. Price também escreve que hoje poucas figuras da envergadura do historiador mantêm a mesma devoção ao comunismo. Isso certamente não é verdade no Brasil. Se fosse, o barulho em torno da morte de Tamayo seria maior. Bem maior. Haveria uma indignação gigantesca contra o silêncio conivente de Lula. ONGs fariam passeatas, ativistas de direitos humanos bradariam de horror. Entre os cristãos, haveria ainda mais protestos. Na igreja protestante brasileiras, pastores iriam a público pedir perdão a seus fiéis por terem apoiado Fidel e seus seguidores - Chávez, Morales, Lula. É isso que espero dos pastores brasileiros. Há muito tempo, na verdade.
E você, cristão esquerdista que apóia Fidel, que gosta de Lula, que anda com a camisa do Che, que louva as maravilhas do socialismo, já se informou? Já pediu suas desculpas em público? Até quando será cúmplice da tirania e do assassinato?
por Norma Braga
Há quem diga que o comunismo acabou, mas (que curioso!), mesmo morto, continua matando. Dias depois da publicação do artigo de Price, em março de 2003, houve a chamada Primavera Negra em Cuba, uma onda de prisões de dissidentes do regime castrista. Entre 75 outros cubanos, Orlando Zapata Tamayo foi preso. Seus crimes: "desrespeito, desordem pública e resistência". Sua pena: 36 anos de detenção. No cárcere, vinha sofrendo graves espancamentos, maus-tratos e tortura psicológica. Quase sete anos depois, no dia 3 de dezembro de 2009, Tamayo decidiu que seu martírio não seria em vão: começou uma greve de fome pelo fim da ditadura em Cuba. O chefe da prisão resolveu "dar uma forcinha" para a greve e mandou que negassem água ao preso. Hospitalizado com falência renal, foi posto nu em um quarto com um forte ar-condicionado e contraiu pneumonia. Em seguida, sem tratamento, foi levado de volta para a prisão, largado para morrer. No dia 23 de fevereiro deste ano, depois de 85 dias sem se alimentar, Tamayo falece.
Diante do ocorrido, qual o veredito de Raúl Castro, irmão do ditador? "A culpa é dos Estados Unidos."
Graças ao Senhor de toda a justiça, a morte de Tamayo está provocando protestos no mundo inteiro. Os Estados Unidos, a União Europeia e o Canadá exigem a libertação de todos os presos políticos em Cuba (duzentos, segundo os dissidentes). Na República Checa, o parlamento guardou um minuto de silêncio em homenagem a ele. Lech Walesa, líder que trabalhou pelo fim do comunismo na Polônia, está pressionando o governo cubano a favor dos encarcerados, e a Anistia Internacional se pronunciou sobre a repressão violenta do regime. A movimentação chega tarde demais, porém: desde 1959, a Cuba socialista já matou 17 mil diretamente e 83 mil no mar, tentando deixar a ilha.
E o Brasil, o que fez? Lula estava lá e, representando-nos, calou-se diante de tudo isso.
Conta o jornalista que Hobsbawn, cúmplice ideológico do assassinato de milhões de pessoas, alegrou-se muitíssimo com a eleição de Lula para presidente do Brasil. Compreende-se. Diante das mortes simbólicas e reais do mundo socialista, ambos se irmanam em suas justificações. Price também escreve que hoje poucas figuras da envergadura do historiador mantêm a mesma devoção ao comunismo. Isso certamente não é verdade no Brasil. Se fosse, o barulho em torno da morte de Tamayo seria maior. Bem maior. Haveria uma indignação gigantesca contra o silêncio conivente de Lula. ONGs fariam passeatas, ativistas de direitos humanos bradariam de horror. Entre os cristãos, haveria ainda mais protestos. Na igreja protestante brasileiras, pastores iriam a público pedir perdão a seus fiéis por terem apoiado Fidel e seus seguidores - Chávez, Morales, Lula. É isso que espero dos pastores brasileiros. Há muito tempo, na verdade.
E você, cristão esquerdista que apóia Fidel, que gosta de Lula, que anda com a camisa do Che, que louva as maravilhas do socialismo, já se informou? Já pediu suas desculpas em público? Até quando será cúmplice da tirania e do assassinato?
por Norma Braga
Mentira Tem Perna Curta...
Lula disse que nenhum país deve dar palpite sobre o futuro político de Cuba. Segundo ele, "cada um deve cuidar do próprio nariz".
"Eu respeito que cada povo decida o seu regime político. Vamos deixar que os cubanos cuidem do que querem na política e vamos cuidar nós do Brasil. Se cada um cuidar do seu nariz, está bom demais."
Segundo Lula, a ingerência de um país em outro é que cria conflitos. "O que complica é quando começam a dar palpite nas coisas dos outros. Isso pode gerar conflitos. Os cubanos têm maturidade para resolver seus problemas sem precisar de ingerências brasileiras ou americanas."
paparicações de Lula, na Folha de São Paulo, sobre o regime comunista assassino de Fidel Castro, dono da ilha-prisão, Cuba.
O que dizer desta declaração de Lula, o lambe-botas - ou, no caso de Cuba, que sequer tem papel higiênico para a população cubana, lambe-bosta - do tirano assassino Fidel Castro, em uma única palavra?
MENTIROSO! E contumaz! Aliás, isto não é característica somente dele, não é mesmo? Pegue qualquer esquerdista e você terá, ali, uma mentiroso! E tão mentiroso, que mente para si próprio, tentando justificar a utopia assassina que é o socialismo, pai do comunismo.
E onde está a maior mentira da declaração lulática? Em dizer que respeita "que cada povo decida o seu regime político"!!! O que fez Lula e seus "red caps" - tendo o megalonanico Amorim à frente - no caso de Honduras? INGERÊNCIA AMPLA, TOTAL E IRRESTRITA!
E tudo porque Honduras honrou sua Democracia (escrevo com D porque, lá, ela tem-se consolidado e é Verdadeira, não este arremedo que os esquerdistas estão fazendo em nosso país) e destituiu, CONFORME MANDAVA A CONSTITUIÇÃO DAQUELE PAÍS, o golpista Manual Zelaya.
Mas Cuba, ou melhor, o regime comunista cubano é a menina dos olhos de nosso presiMente - e de todo o PT (e do PC do B, PSOL, PSTU etc.). É o regime que eles querem implantar no Brasil e em toda a América Latina, desde 1990, quando Lula e Fidel fundaram o Foro de São Paulo.
Mas não vão passar! Chega de esquerdismo: borduna neles! Que se mudem para Cuba, que tanto amam.
"Eu respeito que cada povo decida o seu regime político. Vamos deixar que os cubanos cuidem do que querem na política e vamos cuidar nós do Brasil. Se cada um cuidar do seu nariz, está bom demais."
Segundo Lula, a ingerência de um país em outro é que cria conflitos. "O que complica é quando começam a dar palpite nas coisas dos outros. Isso pode gerar conflitos. Os cubanos têm maturidade para resolver seus problemas sem precisar de ingerências brasileiras ou americanas."
paparicações de Lula, na Folha de São Paulo, sobre o regime comunista assassino de Fidel Castro, dono da ilha-prisão, Cuba.
O que dizer desta declaração de Lula, o lambe-botas - ou, no caso de Cuba, que sequer tem papel higiênico para a população cubana, lambe-bosta - do tirano assassino Fidel Castro, em uma única palavra?MENTIROSO! E contumaz! Aliás, isto não é característica somente dele, não é mesmo? Pegue qualquer esquerdista e você terá, ali, uma mentiroso! E tão mentiroso, que mente para si próprio, tentando justificar a utopia assassina que é o socialismo, pai do comunismo.
E onde está a maior mentira da declaração lulática? Em dizer que respeita "que cada povo decida o seu regime político"!!! O que fez Lula e seus "red caps" - tendo o megalonanico Amorim à frente - no caso de Honduras? INGERÊNCIA AMPLA, TOTAL E IRRESTRITA!
E tudo porque Honduras honrou sua Democracia (escrevo com D porque, lá, ela tem-se consolidado e é Verdadeira, não este arremedo que os esquerdistas estão fazendo em nosso país) e destituiu, CONFORME MANDAVA A CONSTITUIÇÃO DAQUELE PAÍS, o golpista Manual Zelaya.
Mas Cuba, ou melhor, o regime comunista cubano é a menina dos olhos de nosso presiMente - e de todo o PT (e do PC do B, PSOL, PSTU etc.). É o regime que eles querem implantar no Brasil e em toda a América Latina, desde 1990, quando Lula e Fidel fundaram o Foro de São Paulo.
Mas não vão passar! Chega de esquerdismo: borduna neles! Que se mudem para Cuba, que tanto amam.
O Socialismo Democrático de Lula
De volta de sua visita turístico-ideológica à ilha-presídio de Cuba, onde ignorou protestos pelos direitos humanos e posou para fotos ao lado de seu ídolo Fidel Castro, Luiz Inácio tentou, bem ao estilo Lula, "justificar" a injustificável pusilanimidade, sua e de seu governo, diante da morte de mais um preso político da castradura cubana. Orlando Zapata Tamayo teve o mau gosto de morrer justo no dia em que Luiz Inácio visitava a ilha-cárcere. Pior: sem protocolar uma carta em três vias para que ele, Lula, falasse com o dissidente e impedisse sua morte por tortura nas mãos dos carrascos da ditadura.Ao falar - muito contra a vontade, diga-se - de mais essa página vergonhosa da política externa brasileira, Luiz Inácio aproveitou para descer um pouco mais no poço aparentemente sem fundo das baixezas lulistas. "Ninguém é mais democrata do que eu", proclamou o estadista global de Davos, em sua infinita modéstia. "Não se pode dar palpite nos assuntos dos outros países", aproveitou para dizer o professor de relações internacionais.
Qual a contribuição de Luiz Inácio para a democracia no Brasil? (Nem falo mais no caso de Cuba, em que o apreço de Lula e dos companheiros petistas pela democracia é, como está claro, notório.) É a seguinte: em 1985, alegando que a eleição seria indireta, ele ficou contra a eleição de Tancredo Neves, o primeiro presidente civil eleito no País depois de 21 anos de ditadura militar, e orquestrou a expulsão de três deputados petistas que, contrariando decisão do partido, votaram no mineiro contra Paulo Maluf. Três anos depois, recusou-se a assinar, juntamente com os demais parlamentares do PT, a Constituição democrática de 1988, que pôs um ponto final a décadas de arbítrio. Nesse meio tempo, fez muito barulho, apoiou greves, muitas das quais eleitoreiras, arruinou reputações (algumas das quais trata, hoje, de limpar - afinal, fazem parte da "base alugada" do governo...) e defendeu o calote da dívida externa, entre outras coisas que hoje quer que todos esqueçam. Essa foi a grande contribuição de Luiz Inácio para a redemocratização do Brasil.
Sem falar no compromisso dele, Luiz Inácio, com a estabilidade econômica, uma conquista quase tão importante quanto a redemocratizãção, e esteio de seu governo. É o que demonstra sua oposição ao Plano Real, ao Proer e à Lei de Responsabilidade Fiscal. Luiz Inácio chegou mesmo, à frente de seu partido, então na oposição, a defender o impeachment do então presidente. É que era outro o que fez essas reformas, não ele, Luiz Inácio. Agora, age como se fosse o pai fundador da democracia e da estabilidade da economia, colhendo os frutos de tudo a que se opõs com veemência. Aproveita-se do que outros fizeram e ainda diz, malandramente, que foi ele que fez.
Sobre a não-intervenção nos assuntos de outros países, que agora proclama e defende no caso da tirania castrista em Cuba, também não é preciso ir muito longe para verificar a enorme sinceridade de Luiz Inácio. A não-intervenção, assim como a defesa da democracia, é realmente uma questão de honra para a diplomacia lulista. Menos, claro, se o país em questão for Honduras. Nesse caso, vale até mandar a soberania do país às favas e abrigar um presidente deposto por tentar rasgar a Constituição, permitindo que este use o prédio da Embaixada brasileira para pregar a insurreição e a guerra civil contra um governo constitucional. Intervenção nos assuntos internos de outro país? Atentado à soberania? Imagina...
Um outro exemplo é o Irã. Aqui, a noção de não-intervenção dos lulistas é realmente ímpar. Lula se adiantou ao resultado claramente fraudulento das eleições no Irã, que anunciava a vitória de Mahmoud Ahmadinejad, antes mesmo que os próprios aiatolás iranianos o fizessem. Não contente em dar pitaco na eleição alheia, disse ainda que os protestos da oposição e a violenta repressão aos manifestantes que pediam democracia eram uma disputa entre torcidas de futebol... Interferência indevida? Apoio à tirania? Nada...
Para Luiz Inácio, pedir democracia e respeito aos direitos humanos em Cuba é dar palpite nos assuntos dos outros. Já apoiar um golpista em Honduras e minimizar a repressão no Irã, não. Em outras palavras: dar palpite pode, desde que seja a favor dos amigos, e desde que seja a favor de ditaduras. É a diplomacia aloprada e sua incrível coerência em ação.
Raúl Castro, o tirano de plantão de Cuba, culpou os EUA pela morte de Orlando Zapata Tamayo. Luiz Inácio foi além, e culpou o próprio morto, que "se deixou morrer". Ainda por cima, tripudiou dos dissidentes, dizendo que eles agora seriam "dissidentes do Lula". Conseguiu superar a própria ditadura castrista em ignomínia. Deve-se esperar sempre o pior de Luiz Inácio.
por Gustavo Bezerra
O Trabalho Enobrece... e Enriquece!
É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
Não se pode multiplicar a riqueza dividindo-a.
O governo não pode dar nada a ninguém que não tenha, primeiro, tirado de outrem.
Sempre que alguém recebe sem trabalhar, é porque alguém teve que trabalhar sem receber para que o primeiro recebesse.
A pior coisa que pode acontecer a uma nação é quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar porque eles não conseguem realmente aproveitar o fruto de seu trabalho, por ter que sustentar a primeira metade.
Adrian Rogers, em seu trabalho God’s Way to Health, Wealth and Wisdom, 1984
Não se pode multiplicar a riqueza dividindo-a.
O governo não pode dar nada a ninguém que não tenha, primeiro, tirado de outrem.
Sempre que alguém recebe sem trabalhar, é porque alguém teve que trabalhar sem receber para que o primeiro recebesse.
A pior coisa que pode acontecer a uma nação é quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar porque eles não conseguem realmente aproveitar o fruto de seu trabalho, por ter que sustentar a primeira metade.
Adrian Rogers, em seu trabalho God’s Way to Health, Wealth and Wisdom, 1984
O Brasil EmPACado por Causa do PT
O governo federal maquiou balanços oficiais para encobrir um mega-atraso nas principais obras do PAC. Três de cada quatro ações destacadas no primeiro balanço do programa não foram cumpridas no prazo original.
Lançado em 2007 com o objetivo de impulsionar a economia, o Programa de Aceleração do Crescimento é usado hoje pelo presidente Lula para certificar o que seria a capacidade de gerenciamento da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). Pré-candidata ao Planalto, foi apelidada por Lula de “mãe do PAC”.
No início do mês passado, Dilma comandou a divulgação do balanço de três anos do programa afirmando que 40% das ações previstas haviam sido cumpridas até aquele momento. Nas principais obras, apontava conclusão de 36%.
Mas esse documento oficial, fartamente ilustrado, passa ao largo dos gargalos de calendário: nele é divulgada uma profusão de carimbos verdes com a palavra “adequado” para cada uma das principais obras, com pequenas exceções de carimbos amarelos (”atenção”) e vermelhos (”preocupante”).
A maquiagem das informações fica evidente em consultas ao primeiro balanço oficial do PAC, de maio de 2007, e aos oito seguintes. Neles, descobre-se que muitas das obras que ostentam o carimbo verde passaram por uma revisão de metas e tiveram o seu prazo de conclusão dilatado, sendo que, para algumas delas, o desfecho foi postergado para a próxima gestão.
Isso sem que o governo fizesse menção, de um balanço a outro, à mudança dos prazos. Além da manutenção do carimbo verde em obras com cronograma estendido, os balanços oficiais exibem outras manobras de maquiagem.
Uma delas consiste no fatiamento da obra para que a conclusão de ao menos parte da ação ocorra no prazo. Outra mantém prazo de entrega, mas troca o objeto: em vez de conclusão da obra física, a meta passa a ser só “entrega do projeto”.
Além disso, há casos de a ação atrasada simplesmente desaparecer nos balanços seguintes.
O primeiro balanço oficial do PAC se refere ao quadrimestre que vai de janeiro a abril de 2007. Destaca 76 grandes obras e ações, todas com metas estabelecidas. Ao confrontar esse documento com os balanços seguintes -principalmente com o último, o de três anos do programa-, constata-se que 75% dessas obras (57) sofreram atraso no cronograma, sendo 11 delas empurradas para o próximo governo, que assume em janeiro de 2011.
Desse montante de 57 ações que não cumpriram a meta inicial, 38 ainda estão em andamento. Novos cronogramas apontam atraso médio de um ano e meio em relação ao prometido em 2007, mas nos balanços o governo reserva carimbos amarelo e vermelho para apenas seis (16%) delas.
por Eduardo Scolese e Raniel Bragon, na Folha
Lançado em 2007 com o objetivo de impulsionar a economia, o Programa de Aceleração do Crescimento é usado hoje pelo presidente Lula para certificar o que seria a capacidade de gerenciamento da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). Pré-candidata ao Planalto, foi apelidada por Lula de “mãe do PAC”.
No início do mês passado, Dilma comandou a divulgação do balanço de três anos do programa afirmando que 40% das ações previstas haviam sido cumpridas até aquele momento. Nas principais obras, apontava conclusão de 36%.
Mas esse documento oficial, fartamente ilustrado, passa ao largo dos gargalos de calendário: nele é divulgada uma profusão de carimbos verdes com a palavra “adequado” para cada uma das principais obras, com pequenas exceções de carimbos amarelos (”atenção”) e vermelhos (”preocupante”).
A maquiagem das informações fica evidente em consultas ao primeiro balanço oficial do PAC, de maio de 2007, e aos oito seguintes. Neles, descobre-se que muitas das obras que ostentam o carimbo verde passaram por uma revisão de metas e tiveram o seu prazo de conclusão dilatado, sendo que, para algumas delas, o desfecho foi postergado para a próxima gestão.
Isso sem que o governo fizesse menção, de um balanço a outro, à mudança dos prazos. Além da manutenção do carimbo verde em obras com cronograma estendido, os balanços oficiais exibem outras manobras de maquiagem.
Uma delas consiste no fatiamento da obra para que a conclusão de ao menos parte da ação ocorra no prazo. Outra mantém prazo de entrega, mas troca o objeto: em vez de conclusão da obra física, a meta passa a ser só “entrega do projeto”.
Além disso, há casos de a ação atrasada simplesmente desaparecer nos balanços seguintes.
O primeiro balanço oficial do PAC se refere ao quadrimestre que vai de janeiro a abril de 2007. Destaca 76 grandes obras e ações, todas com metas estabelecidas. Ao confrontar esse documento com os balanços seguintes -principalmente com o último, o de três anos do programa-, constata-se que 75% dessas obras (57) sofreram atraso no cronograma, sendo 11 delas empurradas para o próximo governo, que assume em janeiro de 2011.
Desse montante de 57 ações que não cumpriram a meta inicial, 38 ainda estão em andamento. Novos cronogramas apontam atraso médio de um ano e meio em relação ao prometido em 2007, mas nos balanços o governo reserva carimbos amarelo e vermelho para apenas seis (16%) delas.
por Eduardo Scolese e Raniel Bragon, na Folha
Guerrilha na Internet
O PT prepara uma operação de guerra na internet a fim de dar fôlego à campanha presidencial da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. A ideia é municiar com textos, áudios e vídeos os 518.912 filiados que participaram, em novembro de 2009, das eleições internas do partido. Eles terão a missão de reproduzir e distribuir o material de propaganda em blogs e redes sociais, como Orkut, Facebook, Twitter e Google Buzz.
Uma das prioridades do novo secretário nacional de Comunicação do PT, deputado federal André Vargas (PR), a estratégia tenta transplantar para o mundo virtual a base social da legenda, considerada um dos trunfos na ofensiva para derrotar o PSDB na sucessão presidencial.
“O PT já conta com uma imensa base social, ao contrário dos tucanos. A nossa militância tem discurso e será estimulada a divulgá-lo”, diz Vargas. “Vamos trabalhar fortemente na internet. O Twitter, por exemplo, pauta a mídia e é um instrumento formador de opinião.”
A direção nacional petista ainda não sabe como tirar o plano do papel. Nem sequer tem orçamento definido para tanto. O valor dependerá do desempenho na arrecadação de doações eleitorais. Há, no entanto, propostas à mesa.
Vargas prevê a criação de milhares de comitês virtuais, que teriam a tarefa de adaptar o discurso nacional às realidades regionais. Cogita, ainda, montar estruturas físicas que seriam usadas pelos filiados para inundar as redes sociais de elogios a Dilma e críticas ao concorrente da oposição na disputa pela Presidência da República — provavelmente, o governador de São Paulo, José Serra.
“A guerra de guerrilha na internet é a informação e a contrainformação”, afirma Vargas.
A menção do deputado à contrainformação não é à toa. O páreo presidencial deste ano tende a ser acirrado e de baixo nível, segundo governistas e oposicionistas. Marqueteiro de Lula e de Dilma, João Santana manterá a linha “paz e amor” na propaganda da ministra. Reforçará as realizações da gestão petista, comparando-a com os oitos anos de mandato do tucano Fernando Henrique Cardoso, e apresentará propostas para acelerar o ritmo da suposta herança bendita deixada pelo atual presidente.
Jogo pesado
Caberá à militância partir para o confronto direto e desferir, se necessário, golpes abaixo da linha de cintura do adversário.
No ano passado, no auge da crise que assolava o Senado, o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), montou uma espécie de bunker virtual só para rebater notícias e declarações que defendiam a saída dele do cargo. Antes de ser descoberta, a tropa sarneyzista se dedicava a desqualificar notas postadas nos principais blogs de política do país. Na empreitada, usava os espaços destinados aos comentários. A estratégia pode ser reeditada pelo PT na campanha presidencial.
“A baixaria vai acontecer. Agora, acho que não dá resultado”, declara Vargas.
O novo secretário de Comunicação é considerado um moderado. “Talvez, o mais moderado entre os moderados”, diz, bem-humorado. Foi alçado ao posto a fim de barrar a articulação de um grupo petista destinada a emplacar na função o deputado estadual Rui Falcão (SP). Ligado à ex-prefeita Marta Suplicy, Falcão é apontado como um dos responsáveis pela propaganda do PT que em 2008, durante a campanha pelo comando da capital paulista, fazia perguntas sobre a vida pessoal do prefeito Gilberto Kassab (DEM). Segundo os democratas, a peça insinuava que Kassab é homossexual. Tirada do ar diante da repercussão negativa, não impediu a derrota de Marta na disputa.
por Daniel Pereira, no Valor Econômico
O PT, ligado às FARC através do Foro de São Paulo e, particularmente, de muitos de seus membros mais graúdos, cuja candidata é uma terrorista, entende muitíssimo bem de guerrilha, não é mesmo?
A máquina petista irá inundar as redes sociais com conteúdo previamente produzido pela "burritzia" do partido - e quando eu digo "máquina", quero dizer exatamente isto: os militontos robotizados pelo "socialismo democrático" do Partido de Terroristas vão espalhar as cinzas de Stalin por todo canto deste país.
Cabe a nós, amantes da liberdade e da verdadeira Democracia, rebater as mentiras que eles levarão a cabo antes que elas se tornem "verdades", afinal, diferentemente deles, nós pensamos por nós mesmos e, por isso, repudiamos toda e qualquer tentativa de tornar o Brasil uma nova União Soviética, China ou Cuba.
Por aqui, não passarão!
Uma das prioridades do novo secretário nacional de Comunicação do PT, deputado federal André Vargas (PR), a estratégia tenta transplantar para o mundo virtual a base social da legenda, considerada um dos trunfos na ofensiva para derrotar o PSDB na sucessão presidencial.
“O PT já conta com uma imensa base social, ao contrário dos tucanos. A nossa militância tem discurso e será estimulada a divulgá-lo”, diz Vargas. “Vamos trabalhar fortemente na internet. O Twitter, por exemplo, pauta a mídia e é um instrumento formador de opinião.”
A direção nacional petista ainda não sabe como tirar o plano do papel. Nem sequer tem orçamento definido para tanto. O valor dependerá do desempenho na arrecadação de doações eleitorais. Há, no entanto, propostas à mesa.
Vargas prevê a criação de milhares de comitês virtuais, que teriam a tarefa de adaptar o discurso nacional às realidades regionais. Cogita, ainda, montar estruturas físicas que seriam usadas pelos filiados para inundar as redes sociais de elogios a Dilma e críticas ao concorrente da oposição na disputa pela Presidência da República — provavelmente, o governador de São Paulo, José Serra.
“A guerra de guerrilha na internet é a informação e a contrainformação”, afirma Vargas.
A menção do deputado à contrainformação não é à toa. O páreo presidencial deste ano tende a ser acirrado e de baixo nível, segundo governistas e oposicionistas. Marqueteiro de Lula e de Dilma, João Santana manterá a linha “paz e amor” na propaganda da ministra. Reforçará as realizações da gestão petista, comparando-a com os oitos anos de mandato do tucano Fernando Henrique Cardoso, e apresentará propostas para acelerar o ritmo da suposta herança bendita deixada pelo atual presidente.
Jogo pesado
Caberá à militância partir para o confronto direto e desferir, se necessário, golpes abaixo da linha de cintura do adversário.
No ano passado, no auge da crise que assolava o Senado, o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), montou uma espécie de bunker virtual só para rebater notícias e declarações que defendiam a saída dele do cargo. Antes de ser descoberta, a tropa sarneyzista se dedicava a desqualificar notas postadas nos principais blogs de política do país. Na empreitada, usava os espaços destinados aos comentários. A estratégia pode ser reeditada pelo PT na campanha presidencial.
“A baixaria vai acontecer. Agora, acho que não dá resultado”, declara Vargas.
O novo secretário de Comunicação é considerado um moderado. “Talvez, o mais moderado entre os moderados”, diz, bem-humorado. Foi alçado ao posto a fim de barrar a articulação de um grupo petista destinada a emplacar na função o deputado estadual Rui Falcão (SP). Ligado à ex-prefeita Marta Suplicy, Falcão é apontado como um dos responsáveis pela propaganda do PT que em 2008, durante a campanha pelo comando da capital paulista, fazia perguntas sobre a vida pessoal do prefeito Gilberto Kassab (DEM). Segundo os democratas, a peça insinuava que Kassab é homossexual. Tirada do ar diante da repercussão negativa, não impediu a derrota de Marta na disputa.
por Daniel Pereira, no Valor Econômico
O PT, ligado às FARC através do Foro de São Paulo e, particularmente, de muitos de seus membros mais graúdos, cuja candidata é uma terrorista, entende muitíssimo bem de guerrilha, não é mesmo?
A máquina petista irá inundar as redes sociais com conteúdo previamente produzido pela "burritzia" do partido - e quando eu digo "máquina", quero dizer exatamente isto: os militontos robotizados pelo "socialismo democrático" do Partido de Terroristas vão espalhar as cinzas de Stalin por todo canto deste país.
Cabe a nós, amantes da liberdade e da verdadeira Democracia, rebater as mentiras que eles levarão a cabo antes que elas se tornem "verdades", afinal, diferentemente deles, nós pensamos por nós mesmos e, por isso, repudiamos toda e qualquer tentativa de tornar o Brasil uma nova União Soviética, China ou Cuba.
Por aqui, não passarão!
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