Aqueles que me leem - acredito, até, que muitos sejam esquerdistas - devem se perguntar: "Por que ele se ocupa tanto de Honduras?"
Acho que já expliquei, mas o faço novamente.
É o primeiro país que repudia, de forma clara e inequívoca, aquela forma de comunismo que se convencionou chamar de "chavismo" - da mesma forma que o comunismo petista no Brasil é chamado de "lulismo", sendo este mais gramsciano e aquele mais leninista. Agora, já mostrei em outro blog, a Nicarágua parece estar indo pelo mesmo caminho.
Além disso, não se pode questionar, de maneira alguma, o por quê ocorreu a deposição do ex-presidente Manuel Zelaya: afrontou a Constituição e as Forças Armadas de Honduras (pode-se até discutir a decisão de retirá-lo do país, errônea ao meu ver, já que deveria ter ido para a cadeia, ao incitar os militares a desobedecerem uma ordem da Suprema Corte).
Ademais, há nenhum motivo, não canso de dizer, para sermos relativistas e tratar com condescendência esse pessoal esquerdista que usa as regras da democracia para solapá-la e implantar o regime mais assassino de todos os tempos em nossas nações: o comunismo, a segunda etapa do socialismo.
Alguns blogueiros, eu entre eles, ficamos sós, nos primeiros dias, em defesa da deposição de Zelaya, já que o verdadeiro golpista era ele e não os que seguiram a carta magna hondurenha - os militares entre eles. E, aos poucos, muitos outros juntaram-se e a Veja e a Folha de São Paulo trataram desta nova forma de golpismo esquerdista na América Latina: a via plebiscitária, conforme designada pelo Foro de São Paulo em muitas de suas resoluções.
O que se deu em Honduras é muito mais importante do que parece: um golpe duro nas esquerdas congregadas no Foro de São Paulo, haja visto que até Fidel reclamou que é um "direito dos povos da América Latina eleger os seus governantes" - justo ele, ditador da ilha-cárcere há 50 anos!
Mas não pensem que a batalha esta ganha. Os comunistas do Foro têm muito fôlego e muitas armas para continuar tentando implantar a "Pátria Grande" latino-americana - a URSAL (União das Repúblicas Socialistas da América Latina), como já chamei aqui - e criar o "outro mundo possível".
Estejamos alertas.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
terça-feira, 14 de julho de 2009
Golpes de Estado...
Assim fez Chávez. Assim fez Evo. Assim quer fazer Correa. E Lula também, apesar de suas negativas. Fidel não precisou - é um "democrata" há 50 anos no poder! Ortega quer fazer, mas o Partido Liberal Constitucionalista já avisou: aqui, não! E Zelaya... cortaram-lhe as asas na primeira tentativa de alçar tal voo.É. Pelo menos em Honduras, a verdadeira democracia está funcionando, apesar de todos os esquerdistas estarem contra.
O Foro de São Paulo está começando a ter seus revéses...
Um Exemplo Para o Mundo
"Caso contrário, irá se considerar fracassada a mediação, e outras medidas se procederão", acrescentou. As negociações entre o líder deposto e Roberto Micheletti, presidente de facto de Honduras, devem continuar no sábado.
O governo de facto aponta as próximas eleições como uma saída para o conflito político do país, e uma forma de escapar da condenação internacional pela deposição de Zelaya. Micheletti ofereceu anistia para Zelaya, que insiste que retornará como presidente do país centro-americano.
O governo atual acusa o presidente deposto de traição da pátria, abuso de poder e corrupção após o presidente deposto propor modificar a Constituição para abrir a possibilidade de reeleição. Zelaya foi expulso do país no último dia 28 pelo Exército e o Congresso nomeou Micheletti, então chefe do Legislativo, como novo presidente.
Hummm... Vejam só como o ex-presidente Zelaya, eleito por um partido de centro-direita e deposto por estar tentando um golpe de Estado em Honduras, ao ir frontalmente contra a Constituição daquele país, fala: "Damos um ultimato..."É o sintoma do coletivismo esquerdista que já o contaminou, depois que ele começou a andar com o proto-ditador venezuelano Hugo Chávez, o qual, inclusive, coordenou os protestos que culminaram com a morte de um militonto "zelayista".
Zelaya faz as mesmas ameaças que Chávez já fez: invadir com seu exército aquele país para que o ex-presidente fosse reempossado.
Mas o Congresso e a Corte Suprema de Honduras respeitam plenamente a democracia e sua Constituição, chegando, até, a oferecer a Zelaya uma anistia para que o mesmo pudesse voltar ao país e ter seus direitos de cidadão hondurenho - embora não mais no cargo de presidente e não mais podendo disputar qualquer cargo público, conforme prega a mesma Constituição que ele quis rasgar.
Como bom esquerdista que é, atualmente, Zelaya declinou da oferta, pois quer voltar ao poder para preparar o terreno para o golpe de Estado que falhou e eternizar-se como mandatário daquela nação, ao estilo Chávez, Evo e... Fidel Castro.
A maioria do povo hondurenho apoia as medidas tomadas contra Zelaya, que, diferentemente do que informa a notícia acima, não foi acusado de ter traído, mas, sim, TRAIU REALMENTE O POVO de Honduras ao tentar um referendo para modificar a cláusula pétrea da Constituição que proíbe a reeleição.
São um exemplo para o mundo que respeita a verdadeira democracia. Que eles sigam resistindo às investidas esquerdistas que preparam o caminho para formar uma única nação latino-americana, conforme desejam os membros do Foro de São Paulo - desejo este tão propalado por Fidel Castro desde os tempos da OLAS, nos anos 60 do século passado.
Momento Lúdico: A Morte do Lula
Lula morreu. Fizeram,então uma reunião em Brasília para decidir onde ele seria enterrado.
Um sem-terra sugeriu: "Vamos enterrá-lo em Guaranhuns!"
Então um bêbado, que não se sabe como entrou na reunião, disse com aquela entonação típica dos bebuns: "Em Guaranhus pode.... Só não pode em Jerusalém".
Ninguém deu bola para o que ele disse.
Um petista falou: "O companheiro Lula deve ser enterrado em São Bernardo! Foi lá, junto com a gente, que ele viveu e fez sua carreira sindical e política".
O bêbado mais uma vez interveio: "Em São Bernardo pode... Só não pode em Jerusalém".
Novamente, ninguém lhe deu ouvidos.
"Nem em Guaranhuns, nem em São Bernardo", interveio um Peemedebista: "Deve ser enterrado em Brasília, pois era Presidente da República e todos os presidentes devem ser enterrados na Capital Federal".
E o bêbado novamente: "Em Brasília pode... Só não pode em Jerusalém".
Aí, perderam a paciência e resolveram interpelar o bebum: "Por que esse medo de que o Lula seja enterrado em Jerusalém?"
E o bêbado respondeu: "Porque uma vez enterraram um cara lá, e ele RESSUSCITOU !!!"
Importante:
Todo aquele que ler este texto tem a obrigação moral de, em defesa da ética e da verdadeira democracia, indicá-lo a pelo menos um amigo. Se você não o fizer, o Lula pode se reeleger mais 3 (três) vezes!
Um sem-terra sugeriu: "Vamos enterrá-lo em Guaranhuns!"
Então um bêbado, que não se sabe como entrou na reunião, disse com aquela entonação típica dos bebuns: "Em Guaranhus pode.... Só não pode em Jerusalém".
Ninguém deu bola para o que ele disse.
Um petista falou: "O companheiro Lula deve ser enterrado em São Bernardo! Foi lá, junto com a gente, que ele viveu e fez sua carreira sindical e política".
O bêbado mais uma vez interveio: "Em São Bernardo pode... Só não pode em Jerusalém".
Novamente, ninguém lhe deu ouvidos.
"Nem em Guaranhuns, nem em São Bernardo", interveio um Peemedebista: "Deve ser enterrado em Brasília, pois era Presidente da República e todos os presidentes devem ser enterrados na Capital Federal".
E o bêbado novamente: "Em Brasília pode... Só não pode em Jerusalém".
Aí, perderam a paciência e resolveram interpelar o bebum: "Por que esse medo de que o Lula seja enterrado em Jerusalém?"
E o bêbado respondeu: "Porque uma vez enterraram um cara lá, e ele RESSUSCITOU !!!"
Importante:
Todo aquele que ler este texto tem a obrigação moral de, em defesa da ética e da verdadeira democracia, indicá-lo a pelo menos um amigo. Se você não o fizer, o Lula pode se reeleger mais 3 (três) vezes!
segunda-feira, 13 de julho de 2009
A Prova do Crime de Chávez
Reproduzi outro dia, aqui, parte de uma reportagem do El Heraldo.hn, jornal de Honduras, com uma interpretação de uma mensagem que aparecia numa lousa posta no gabinete de Chávez, uma prática militar identificada no texto como “grupo-fecha-hora”. Naquele momento, o ditador da Venezuela monitorava, por satélite, a tentativa de Manuel Zelaya de aterrissar em Honduras num avião venezuelano - que violou, diga-se, o espaço aéreo hondurenho. Um repórter da TV de Chávez acompanhava a façanha, transmitida ao vivo pela… TV de Chávez.
A estranha mensagem sugeria que o bandoleiro de Caracas contava com um banho de sangue em Honduras e tentava manipular os distúrbios de rua. Muita gente objetou: “Ah, mas é só interpretação”. É? Pois bem. Se você clicar aqui, ouvirá a voz do próprio Chávez confessando que, no dia da tentativa de retorno de Zelaya, esteve “em contato, desde a manhã, com várias lideranças populares” de Honduras para cuidar justamente do que chamou… “marcha”.
Entenderam?
Não querem acreditar em todas as evidências de que é Chávez a personagem que movimenta a mão e o bigode de um delinqüente político como Manuel Zelaya, acreditem ao menos na voz do próprio cacique bolivariano.
O que está em curso é escandaloso! Chávez forneceu o modelo do golpe; depois forneceu o modelo da reação mundial; depois forneceu o avião; aí forneceu a manifestação “popular”. Chávez forneceu até o cadáver (embora ele possa dividir este feito com Barack Hussein). Sua lousa sugere que ele queria muito mais. Leiam o post de ontem.
PS 1 - Sou grato aos militares que me escreveram - sim, tenho muitos leitores entre os militares, o que me deixa feliz - para me dizer que, no Brasil, em vez de “grupo-fecha-hora”, emprega-se “grupo data-hora”, mas o sentido é o mesmo: segundo o leitor Marcelo Viana, “resumir num grupo simples de indicadores a data e a hora de um determinado evento - às vezes, vem acompanhado de uma letra que indica o fuso horário a que se refere”. De fato, eu não sabia. Repeti a expressão em espanhol, entre aspas, porque ignorava a forma que ela havia assumido por aqui.
PS 2 - Se você clicar no link para a voz de Chávez (confessando que coordenava a baderna em Honduras), atenção: há vários conteúdos no mesmo arquivo. O primeiro é um vídeo com os confrontos nas imediações do aeroporto. A gravação de Chávez vem em seguida.
PS 3 - São tantas as evidências das ações criminosas de Chávez num país estrangeiro, que o áudio acima nem seria necessário. Mas petralha acha que só há crime se há áudio. Eles deixarão de admirar Chávez por isso? Ora… Essa gente não é contra o crime por uma questão de princípio, mas apenas de oportunidade.
por Reinaldo Azevedo
A estranha mensagem sugeria que o bandoleiro de Caracas contava com um banho de sangue em Honduras e tentava manipular os distúrbios de rua. Muita gente objetou: “Ah, mas é só interpretação”. É? Pois bem. Se você clicar aqui, ouvirá a voz do próprio Chávez confessando que, no dia da tentativa de retorno de Zelaya, esteve “em contato, desde a manhã, com várias lideranças populares” de Honduras para cuidar justamente do que chamou… “marcha”.
Entenderam?
Não querem acreditar em todas as evidências de que é Chávez a personagem que movimenta a mão e o bigode de um delinqüente político como Manuel Zelaya, acreditem ao menos na voz do próprio cacique bolivariano.
O que está em curso é escandaloso! Chávez forneceu o modelo do golpe; depois forneceu o modelo da reação mundial; depois forneceu o avião; aí forneceu a manifestação “popular”. Chávez forneceu até o cadáver (embora ele possa dividir este feito com Barack Hussein). Sua lousa sugere que ele queria muito mais. Leiam o post de ontem.
PS 1 - Sou grato aos militares que me escreveram - sim, tenho muitos leitores entre os militares, o que me deixa feliz - para me dizer que, no Brasil, em vez de “grupo-fecha-hora”, emprega-se “grupo data-hora”, mas o sentido é o mesmo: segundo o leitor Marcelo Viana, “resumir num grupo simples de indicadores a data e a hora de um determinado evento - às vezes, vem acompanhado de uma letra que indica o fuso horário a que se refere”. De fato, eu não sabia. Repeti a expressão em espanhol, entre aspas, porque ignorava a forma que ela havia assumido por aqui.
PS 2 - Se você clicar no link para a voz de Chávez (confessando que coordenava a baderna em Honduras), atenção: há vários conteúdos no mesmo arquivo. O primeiro é um vídeo com os confrontos nas imediações do aeroporto. A gravação de Chávez vem em seguida.
PS 3 - São tantas as evidências das ações criminosas de Chávez num país estrangeiro, que o áudio acima nem seria necessário. Mas petralha acha que só há crime se há áudio. Eles deixarão de admirar Chávez por isso? Ora… Essa gente não é contra o crime por uma questão de princípio, mas apenas de oportunidade.
por Reinaldo Azevedo
Morre o Golpe ou Morrem as Constituições
O ex-presidente cubano Fidel Castro afirmou em novo artigo que a América Latina corre o risco de ser assolada por uma onda de golpes de Estado militares se o presidente de Honduras deposto, Manuel Zelaya, não for restituído.
Em sua coluna publicada na noite de sexta-feira, 10, Fidel disse que, dependendo do resultado da crise política hondurenha, líderes militares direitistas treinados pelos EUA poderiam voltar suas armas contra os governos.
"Se o presidente Manuel Zelaya não foi reintegrado ao cargo, uma onda de golpes de Estado ameaça varrer muitos governos da América Latina, que estará à mercê dos militares de extrema direita, educados com a doutrina de segurança da Escola das Américas", escreveu Fidel em mais uma de sua Reflexões, intitulada "Morre o golpe ou morrem as Constituições".
O líder cubano refere-se à escola militar americana responsável pelo treinamento de milhares de soldados e oficiais latino-americanos. Fidel reforça o argumento usado por Zelaya de que é um "direito dos povos da América Latina eleger os seus governantes", e por isso o presidente deposto deveria ser reconduzido ao cargo.
O líder cubano afirma ainda que Washington pressionou Zelaya para negociar um "humilhante perdão" pelas ilegalidades que é acusado pelo governo golpista, e que o país está "ocupado pelas Forças Armadas dos EUA", que possuem uma base militar no local.
No artigo, Fidel assegura que enquanto o presidente americano, Barack Obama, declarava que o único presidente constitucional de Honduras é Zelaya, "em Washington, a extrema direita manobrava para que [Zelaya] negociasse um humilhante perdão". "Era óbvio que tal ato significaria entre os seus e no mundo o seu desaparecimento da cena política".
(...)
no Estado de São Paulo.
Comento:
Ah! Este é o medo deles: que haja uma onda de "golpes" que defenda a verdadeira democracia em cada país onde os membros comuno-esquerdistas do Foro de São Paulo são governantes e faça com que seus desejos de formar a "Pátria Grande" comunista sejam interrompidos.
Ademais, quem é Fidel para falar em "direito dos povos da América Latina eleger os seus governantes"?
Ele sempre governou com mãos de ferro a ilha caribenha e nunca permitiu, nos 50 anos em que foi ditador, uma eleição verdadeiramente democrática, já que em Cuba somente existe um partido político - e sempre houve 662 políticos inscritos para as "eleições" a fim de preencherem as 662 cadeiras do Congresso.
Se Fidel - e os demais governantes que falam em "golpe" - respeitassem verdadeiramente a democracia e a Constituição hondurenha, saberiam que é proibida em cláusula pétrea qualquer tentativa de modificar o modelo eleitoral naquele país, e que, por isso, Zelaya perdeu, automaticamente, seus direitos políticos, como bem podemos verificar no artigo 239 da Constituição hondurenha, que diz que "o cidadão que tenha desempenhado a titularidade do Poder Executivo não poderá ser Presidente ou Designado. Aquele que ofender esta disposição ou propuser sua reforma, bem como aqueles que a apóiem direta ou indiretamente, terão cessados de imediato o desempenho de seus respectivos cargos e ficarão inabilitados por dez anos para o exercício de toda função pública".
No Título VII, "Da Reforma e da Inviolabilidade da Constituição", Capítulo I, "Da Reforma da Constituição", o artigo 374 prescreve a cláusula pétrea da impossibilidade de reeleição nos seguintes termos: "Não se poderá reformar, em nenhum caso, o artigo anterior [ trata da reforma da constituição ], o presente artigo, os artigos constitucionais que se referem à forma de governo, ao território nacional, ao prazo do mandato presidencial, à proibição para ser novamente Presidente da República, o cidadão que o tenha exercido a qualquer título e o referente àqueles que não podem ser Presidentes da República no período subseqüente."
Aqui está evidente a cláusula pétrea que proíbe a reeleição de Presidente da República.
O artigo 4º é de clareza solar ao definir, constitucionalmente, o delito contra a alternância do poder: "A forma de governo é republicana, democrática e representativa. É exercido por três poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário, complementares e independentes e sem subordinação. A alternância no exercício da Presidência da República é obrigatória. A infração desta norma constitui delito de traição à Pátria."
Embora Zelaya não tenha infringido esta norma, queria e precisava alterá-la, e, para tanto, tentou o golpe sob a forma de um referendo popular para modificá-la - no que foi detido pelos militares a mando da Corte Suprema.
No Capítulo III, "Dos Cidadãos", o artigo 4º estabelece: "A qualidade de cidadão perde-se: (...) 5. Por incitar, promover ou apoiar o continuísmo ou a reeleição do Presidente da República;".
Por outro lado, o artigo 238 arrola os requisitos necessários para ser Presidente do seguinte modo: "Para ser Presidente ou Designado à Presidência, requer-se: (...) 3. Estar no gozo dos direitos de cidadão;".
Aqui, uma enorme dificuldade constitucional para Zelaya. Talvez a maior blindagem contra a reeleição. A prova do fato, no caso, notório, de conhecimento geral de que promovia e lutava por seu próprio continuísmo, faz perder a cidadania, um dos requisitos essenciais não só para assumir o cargo, mas também para manter-se como Presidente da República.
O artigo 245 esclarece "o Presidente da República detém a administração geral do Estado: são suas atribuições: 1. Cumprir e fazer cumprir a Constituição, os tratados e convenções, leis e demais disposições legais". (...) "16. Exercer o comando em Chefe das Forças Armadas em seu caráter de Comandante Geral, e adotar as medidas necessárias para a defesa da República;".
No Capítulo X, "Das Forças Armadas", o artigo 272 dispõe que "As Forças Armadas de Honduras são uma Instituição Nacional de caráter permanente, essencialmente profissional, apolítica, obediente e não deliberante. São constituídas para defender a integridade territorial e a soberania da República, manter a paz, a ordem pública e o império da Constituição, os princípios do livre sufrágio e a alternância no exercício da Presidência da República."
Note-se que o Presidente é o comandante supremo das Forças Armadas. Estas devem obediência ao Chefe de Estado, na medida em que este obedeça a Constituição e, no caso, esta obriga expressamente que as Forças Armadas defenda a alternância do exercício da Presidência da República. No momento em que o presidente pretende a permanência por meio da reeleição, descumprindo as normas constitucionais e decisões da Corte Suprema de Justiça de Honduras, a ordem de prisão emanada por este Tribunal haveria de ser cumprida.
Os fatos e o conjunto das disposições constitucionais citadas mostram que, em Honduras, não houve golpe de Estado. Hans Kelsen ensinava que o golpe de Estado "instaura novo ordenamento jurídico, dado que a violação do ordenamento precedente implica também na mudança da sua norma fundamental e, por conseguinte, na invalidação de todas as leis e disposições emanadas em nome dela". Trata-se de poder de fato a impor-se contra a ordem jurídica em vigor, instituindo novo ordenamento.
Em Honduras, o modelo comunista do ex-presidente Zelaya - apoiado pelo "socialismo do século XXI" do bolivariano Hugo Chávez - foi repelido graças a uma Constituição fortemente aramada contra a tentação do continuísmo e do caudilhismo latino-americano. Lá se evitou o golpe e se defendeu a Constituição e a lei - e, portanto, a verdadeira democracia, coisa que Fidel e os demais membros do Foro de São Paulo, não respeitam em hipótese alguma!
Assim, o título que Fidel deu a seu artigo ("Morre o Golpe ou Morrem as Constituições") é profundamente verdadeiro, mas, como tudo o que os esquerdistas fazem, é pelos motivos errados.
Zelaya era o golpista. A Suprema Corte, na defesa de sua democracia e da Constituição do país, o depôs. Se Zelaya voltar, como querem seus apoiadores, morrerá a Constituição e a democracia de Honduras.
Em sua coluna publicada na noite de sexta-feira, 10, Fidel disse que, dependendo do resultado da crise política hondurenha, líderes militares direitistas treinados pelos EUA poderiam voltar suas armas contra os governos.
"Se o presidente Manuel Zelaya não foi reintegrado ao cargo, uma onda de golpes de Estado ameaça varrer muitos governos da América Latina, que estará à mercê dos militares de extrema direita, educados com a doutrina de segurança da Escola das Américas", escreveu Fidel em mais uma de sua Reflexões, intitulada "Morre o golpe ou morrem as Constituições".
O líder cubano refere-se à escola militar americana responsável pelo treinamento de milhares de soldados e oficiais latino-americanos. Fidel reforça o argumento usado por Zelaya de que é um "direito dos povos da América Latina eleger os seus governantes", e por isso o presidente deposto deveria ser reconduzido ao cargo.
O líder cubano afirma ainda que Washington pressionou Zelaya para negociar um "humilhante perdão" pelas ilegalidades que é acusado pelo governo golpista, e que o país está "ocupado pelas Forças Armadas dos EUA", que possuem uma base militar no local.
No artigo, Fidel assegura que enquanto o presidente americano, Barack Obama, declarava que o único presidente constitucional de Honduras é Zelaya, "em Washington, a extrema direita manobrava para que [Zelaya] negociasse um humilhante perdão". "Era óbvio que tal ato significaria entre os seus e no mundo o seu desaparecimento da cena política".
(...)
no Estado de São Paulo.
Comento:
Ah! Este é o medo deles: que haja uma onda de "golpes" que defenda a verdadeira democracia em cada país onde os membros comuno-esquerdistas do Foro de São Paulo são governantes e faça com que seus desejos de formar a "Pátria Grande" comunista sejam interrompidos.
Ademais, quem é Fidel para falar em "direito dos povos da América Latina eleger os seus governantes"?
Ele sempre governou com mãos de ferro a ilha caribenha e nunca permitiu, nos 50 anos em que foi ditador, uma eleição verdadeiramente democrática, já que em Cuba somente existe um partido político - e sempre houve 662 políticos inscritos para as "eleições" a fim de preencherem as 662 cadeiras do Congresso.
Se Fidel - e os demais governantes que falam em "golpe" - respeitassem verdadeiramente a democracia e a Constituição hondurenha, saberiam que é proibida em cláusula pétrea qualquer tentativa de modificar o modelo eleitoral naquele país, e que, por isso, Zelaya perdeu, automaticamente, seus direitos políticos, como bem podemos verificar no artigo 239 da Constituição hondurenha, que diz que "o cidadão que tenha desempenhado a titularidade do Poder Executivo não poderá ser Presidente ou Designado. Aquele que ofender esta disposição ou propuser sua reforma, bem como aqueles que a apóiem direta ou indiretamente, terão cessados de imediato o desempenho de seus respectivos cargos e ficarão inabilitados por dez anos para o exercício de toda função pública".
No Título VII, "Da Reforma e da Inviolabilidade da Constituição", Capítulo I, "Da Reforma da Constituição", o artigo 374 prescreve a cláusula pétrea da impossibilidade de reeleição nos seguintes termos: "Não se poderá reformar, em nenhum caso, o artigo anterior [ trata da reforma da constituição ], o presente artigo, os artigos constitucionais que se referem à forma de governo, ao território nacional, ao prazo do mandato presidencial, à proibição para ser novamente Presidente da República, o cidadão que o tenha exercido a qualquer título e o referente àqueles que não podem ser Presidentes da República no período subseqüente."
Aqui está evidente a cláusula pétrea que proíbe a reeleição de Presidente da República.
O artigo 4º é de clareza solar ao definir, constitucionalmente, o delito contra a alternância do poder: "A forma de governo é republicana, democrática e representativa. É exercido por três poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário, complementares e independentes e sem subordinação. A alternância no exercício da Presidência da República é obrigatória. A infração desta norma constitui delito de traição à Pátria."
Embora Zelaya não tenha infringido esta norma, queria e precisava alterá-la, e, para tanto, tentou o golpe sob a forma de um referendo popular para modificá-la - no que foi detido pelos militares a mando da Corte Suprema.
No Capítulo III, "Dos Cidadãos", o artigo 4º estabelece: "A qualidade de cidadão perde-se: (...) 5. Por incitar, promover ou apoiar o continuísmo ou a reeleição do Presidente da República;".
Por outro lado, o artigo 238 arrola os requisitos necessários para ser Presidente do seguinte modo: "Para ser Presidente ou Designado à Presidência, requer-se: (...) 3. Estar no gozo dos direitos de cidadão;".
Aqui, uma enorme dificuldade constitucional para Zelaya. Talvez a maior blindagem contra a reeleição. A prova do fato, no caso, notório, de conhecimento geral de que promovia e lutava por seu próprio continuísmo, faz perder a cidadania, um dos requisitos essenciais não só para assumir o cargo, mas também para manter-se como Presidente da República.
O artigo 245 esclarece "o Presidente da República detém a administração geral do Estado: são suas atribuições: 1. Cumprir e fazer cumprir a Constituição, os tratados e convenções, leis e demais disposições legais". (...) "16. Exercer o comando em Chefe das Forças Armadas em seu caráter de Comandante Geral, e adotar as medidas necessárias para a defesa da República;".
No Capítulo X, "Das Forças Armadas", o artigo 272 dispõe que "As Forças Armadas de Honduras são uma Instituição Nacional de caráter permanente, essencialmente profissional, apolítica, obediente e não deliberante. São constituídas para defender a integridade territorial e a soberania da República, manter a paz, a ordem pública e o império da Constituição, os princípios do livre sufrágio e a alternância no exercício da Presidência da República."
Note-se que o Presidente é o comandante supremo das Forças Armadas. Estas devem obediência ao Chefe de Estado, na medida em que este obedeça a Constituição e, no caso, esta obriga expressamente que as Forças Armadas defenda a alternância do exercício da Presidência da República. No momento em que o presidente pretende a permanência por meio da reeleição, descumprindo as normas constitucionais e decisões da Corte Suprema de Justiça de Honduras, a ordem de prisão emanada por este Tribunal haveria de ser cumprida.
Os fatos e o conjunto das disposições constitucionais citadas mostram que, em Honduras, não houve golpe de Estado. Hans Kelsen ensinava que o golpe de Estado "instaura novo ordenamento jurídico, dado que a violação do ordenamento precedente implica também na mudança da sua norma fundamental e, por conseguinte, na invalidação de todas as leis e disposições emanadas em nome dela". Trata-se de poder de fato a impor-se contra a ordem jurídica em vigor, instituindo novo ordenamento.
Em Honduras, o modelo comunista do ex-presidente Zelaya - apoiado pelo "socialismo do século XXI" do bolivariano Hugo Chávez - foi repelido graças a uma Constituição fortemente aramada contra a tentação do continuísmo e do caudilhismo latino-americano. Lá se evitou o golpe e se defendeu a Constituição e a lei - e, portanto, a verdadeira democracia, coisa que Fidel e os demais membros do Foro de São Paulo, não respeitam em hipótese alguma!
Assim, o título que Fidel deu a seu artigo ("Morre o Golpe ou Morrem as Constituições") é profundamente verdadeiro, mas, como tudo o que os esquerdistas fazem, é pelos motivos errados.
Zelaya era o golpista. A Suprema Corte, na defesa de sua democracia e da Constituição do país, o depôs. Se Zelaya voltar, como querem seus apoiadores, morrerá a Constituição e a democracia de Honduras.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Lula Estreou sua Primeira Coluna Ontem...
E fazendo a única coisa que ele sabe: culpando os outros, por sua própria incompetência. Ao responder as perguntas, supostamente feitas por leitores do blog, Lula não abriu mão da lengalenga e dos monocórdios fastidiosos: nos ofereceu mais uma vez, o velho cardápio de desculpas que ele adotou desde que chegou ao poder.
Com todo o respeito que tenho pela liturgia do cargo de presidente da república, me recuso a considerar esse sujeito como presidente. Só mesmo uma mídia vendida e traiçoeira, para tentar torná-lo o maior evento da humanidade. Fazem alquimia pura quando tentam transformar um bolo fecal, em pepita.
Sobre o alto custo do PAN em 2007
Que saltou para R$ 3,25 bilhões, contra R$ 1 bilhão de previsão inicial. Lula culpou a falta de planejamento do governo anterior. Faz sentido! Inclusive, a vaia homérica e inesquecível que ele recebeu no Maracanã, também foi culpa do César Maia.
Sobre o SUS
Lula disse que a culpa pelos problemas de atendimento no SUS é do Congresso e da oposição, que "derrubaram a CPMF". Vocês devem se lembrar que o sistema de saúde no Brasil, até então, “era quase perfeito”.
No entanto, vejam que coisa, apesar do senado ter acabado com a CPMF, a carga tributária no País saltou de 34,7% (em 2007) para 35,8% do PIB (em 2008). Em outras palavras: o brasileiro teve que trabalhar 4 meses e 9 dias em um ano só para sustentar o governo. Onde está o rombo na receita pela falta da CPMF? O único rombo é a incompetência de Lula, que cobra impostos de primeiro mundo e nos devolve migalhas na educação, na saúde, na segurança, nas estradas e nos portos brasileiros.
Com todo o respeito que tenho pela liturgia do cargo de presidente da república, me recuso a considerar esse sujeito como presidente. Só mesmo uma mídia vendida e traiçoeira, para tentar torná-lo o maior evento da humanidade. Fazem alquimia pura quando tentam transformar um bolo fecal, em pepita.Quais foram as benfeitorias que Lula fez [de fato] para o país? Há quase oito anos que vivemos de "SALIVA", para justificar seu défict de produtividade, de responsabilidade e de honestidade. Sinceramente, eu e toda minha família, mais os amigos, mudamos de canal (TV) quando essa figura bisonha tenta invadir nossa sala.
Agora, Lula tem um blog. Quem aguenta? Só mesmo seus áulicos, os que mais faturam com sua total incapacidade de discernimento, para recuar diante do próprio ridículo.
por Arthur/Gabriela, do MOVCC
Prisioneiros do Rei
Quantas prisões há em Cuba, a ilha onde Fidel é rei e os cubanos são "prisioneiros de consciência" (assim chamados por discordarem do assassino regime comunista implantado pelo ditador há 50 anos)?Segundo o blog cubano "Cuba Al Descobierto", eles já catalogaram 582 prisões CUBANAS. Contem aí:
Provincia Pinar Del Rio 57
Provincia Habana 35
Provincia Ciudad de La Habana 20
Municipio Especial Isla de Pinos 6
Provincia Matanzas 64
Provincia Cienfuegos 15
Provincia Villa Clara 33
Provincia Santi Spiritus 18
Provincia Ciego de Ávila 20
Provincia Camagüey 61
Provincia Victoria de Las Tunas 34
Provincia Holguín 21
Provincia Granma 30
Provincia Santiago de Cuba 38
Provincia Guantánamo* 95
Total 582
* Como disse, refere-se somente ao total de prisões cubanas, não incluída, aí, a base estadunidense de Guantánamo.
Companheiro Barack Hussein
Para muita gente, a atitude do governo norte-americano de Barack Hussein - esse é seu nome, e não somente "Obama" - em relação à crise institucional em Honduras é surpreendente. Washington não só condenou o "golpe" que retirou o golpista bolivariano Manuel Zelaya do poder, como engrossou a fileira dos governos latino-americanos e da OEA que exigem a devolução do trono a Zelaya. Não somente denunciou os "golpistas" como fechou os olhos ao que Zelaya vinha fazendo - e certamente fará, se voltar ao poder -, colocando-se assim no mesmo grupo de Hugo Chávez, Evo Morales, Rafael Correa, Daniel Ortega, Fernando Lugo, Cristina Kirchner, o esquerdista de miolo mole José Miguel Insulza (OEA) e o ex-ministro sandinista Miguel D'Escoto (Assembléia-Geral da ONU). Além do Apedeuta, claro - o exemplo-mor de esquerdista "vegetariano", segundo muita gente desavisada.
Os bolivarianos não deixaram de saudar essa nova atitude do "império". O próprio Zelaya solicitou audiência com Hillary Clinton, sua mais nova aliada, e, em declarações à imprensa, defendeu que os EUA - vejam só - intervenham em Honduras... Os bolivarianos defendendo a intervenção de Washington num assunto interno de um país da região... quem poderia imaginar isso? (é... pelo visto, aquela conversa toda contra o "imperialismo ianque" com que bombardeavam nossos ouvidos era mesmo conversa pra boi dormir).
Como não poderia deixar de ser, a posição de Washington na questão hondurenha está sendo exaustivamente elogiada pela imprensa norte-americana, a qual, com o New York Times à frente, entregou-se com prazer à tarefa de ser um comitê de apoio, primeiro ao candidato, e agora ao presidente, Barack Hussein. De fato, quem passar os olhos pelo NYT ou pelo Washington Post nesses dias, sem falar na CNN - impropriadamente demonizada pelos esquerdistas, aliás - verá articulistas e comentaristas se revezando nos elogios à mais essa "mudança histórica", a esse "novo olhar" do governo dos EUA em relação à América Latina. Ao invés de tentar se livrar dos bolivarianos, como tentaria o demônio Jorjibúxi, Barack Hussein quer encontrar um modus vivendi com eles. E isso é bom, segundo dizem. Será mesmo?
Analisemos o fenômeno um pouco mais detidamente. Barack Hussein acredita ter encontrado o melhor caminho para lidar com a atual onda bolivariana que, iniciada na Venezuela e inspirada no exemplo de Cuba, ameaça tomar conta de toda a América Latina. Ao invés de se opor a ela, firmando posição em defesa do respeito à democracia e à legalidade - ameaçada em Honduras não pelo Congresso e pela Suprema Corte, mas por Zelaya -, ele deseja "mudar a imagem" dos EUA na região.
Em outras palavras, ele quer entrar num concurso de popularidade com Hugo Chávez. Imagina, com isso, ser capaz de reverter o antiamericanismo endêmico na região e reverter a maré bolivariana. Posição semelhante a que ele vem adotando em relação ao islamofascismo e ao terrorismo islamita: tente amansá-los, mostrando que os EUA não são um país tão mau assim, e eles deixarão de apedrejar mulheres adúlteras e explodir bombas em mercados israelenses, é o que está dizendo Barack Hussein, entre um discurso "histórico" e outro.
O que há de mais primário na retórica obamista é que ela parte da ideia idiota de que só há terrorismo islamita, assim como só há um Chávez ou um Zelaya, porque os EUA fizeram alguma coisa errada antes. Enfim, Blame America First, culpe primeiro os EUA, é o que diz o novo demiurgo da esquerda mundial, e tudo será resolvido. Como se o problema fosse os EUA, e não a Al-Qaeda ou Hugo Chávez. Como se estes odiassem os EUA pelo que o país fez um dia, e não pelo que é - um farol da Liberdade e da Democracia num mundo cada vez mais condescendente com tiranos e genocidas. Mas em vez de firmar posição em torno dessas bandeiras, o que faz Barack Hussein? Defende o retorno do golpista Zelaya ao poder, e tenta cair nas graças dos bolivarianos, esperando que, com isso, eles cessem seus ataques retóricos aos EUA. Não há tese mais furada. Não há empulhação maior.
Imaginem se Franklin Roosevelt ou Winston Churchil tivessem resolvido, para se contraporem à onda totalitária do final dos anos 30 na Europa, disputar popularidade com Adolf Hitler. Quebrariam a cara, claro: o totalitarismo nazista, em seu auge, contava com o apoio entusiasmado e fanático de praticamente a totalidade da população alemã, assim como o totalitarismo soviético se sustentou, durante décadas, devido ao enorme poder da máquina de propaganda comunista (que persiste hoje, é bom que se diga). Assim como quebraram a cara, também, e de forma ignominiosa, Neville Chamberlain e Edouard Daladier, respectivamente o primeiro-ministro britânico e o presidente da França, quando acreditaram ter conseguido apaziguar Hitler em 1938, concedendo-lhe territórios em troca da "paz de nosso tempo". Todos conhecem - pelo menos todos que estudam a História - a lição da Conferência de Munique: tiranos, assim como terroristas, não devem ser adulados, nem podem ser apaziguados. Também não será uma campanha de relações públicas que os demoverá de suas intenções totalitárias. O único meio de lidar com ditadores e candidatos a ditadores é confrontando-os. Pelo menos se o objetivo em mente for a preservação da Democracia. É uma pena que essa lição, que tanto mal teria poupado no passado, tenha sido totalmente esquecida.
O apoio de fato de Barack Hussein ao golpista Zelaya em Honduras entrará para a História como um dos momentos mais baixos, talvez o mais baixo, a que chegou o governo dos EUA, em toda sua história. Ao dar seu apoio, na prática, a quem quer jogar a democracia na lata do lixo Barack Hussein está reescrevendo a famosa Doutrina Monroe, de 1823, que queria salvaguardar a América do colonialismo europeu, assim como, mais tarde, os EUA salvaguardaram a América do marxismo. A diferença é que, em vez de "América para os americanos", temos hoje um novo lema: "A América para os bolivarianos". Não por acaso, o presidente norte-americano já está sendo chamado de Barack Hussein "Fidel Che" Obama por alguns colunistas conservadores (nos EUA, eles existem). Diogo Mainardi tem razão: Barack Hussein é um Henry Kissinger para ginasianos politicamente corretos.
Quem diria... Enquanto a pequena Honduras está dando uma lição ao resto do mundo, tendo enxotado um farsante que queria usar as instituições do país para destruir a democracia e se recusando a recebê-lo de volta, a maior superpotência do planeta, governada por apaziguadores esquerdistas, capitula ante a maré bolivariana, perfilando-se ao lado de ditadores e caudilhos. Thomas Jefferson e Abraham Lincoln devem estar se revirando no túmulo.
por Gustavo Bezerra, no Blog do Contra
Os bolivarianos não deixaram de saudar essa nova atitude do "império". O próprio Zelaya solicitou audiência com Hillary Clinton, sua mais nova aliada, e, em declarações à imprensa, defendeu que os EUA - vejam só - intervenham em Honduras... Os bolivarianos defendendo a intervenção de Washington num assunto interno de um país da região... quem poderia imaginar isso? (é... pelo visto, aquela conversa toda contra o "imperialismo ianque" com que bombardeavam nossos ouvidos era mesmo conversa pra boi dormir).
Como não poderia deixar de ser, a posição de Washington na questão hondurenha está sendo exaustivamente elogiada pela imprensa norte-americana, a qual, com o New York Times à frente, entregou-se com prazer à tarefa de ser um comitê de apoio, primeiro ao candidato, e agora ao presidente, Barack Hussein. De fato, quem passar os olhos pelo NYT ou pelo Washington Post nesses dias, sem falar na CNN - impropriadamente demonizada pelos esquerdistas, aliás - verá articulistas e comentaristas se revezando nos elogios à mais essa "mudança histórica", a esse "novo olhar" do governo dos EUA em relação à América Latina. Ao invés de tentar se livrar dos bolivarianos, como tentaria o demônio Jorjibúxi, Barack Hussein quer encontrar um modus vivendi com eles. E isso é bom, segundo dizem. Será mesmo?
Analisemos o fenômeno um pouco mais detidamente. Barack Hussein acredita ter encontrado o melhor caminho para lidar com a atual onda bolivariana que, iniciada na Venezuela e inspirada no exemplo de Cuba, ameaça tomar conta de toda a América Latina. Ao invés de se opor a ela, firmando posição em defesa do respeito à democracia e à legalidade - ameaçada em Honduras não pelo Congresso e pela Suprema Corte, mas por Zelaya -, ele deseja "mudar a imagem" dos EUA na região.
Em outras palavras, ele quer entrar num concurso de popularidade com Hugo Chávez. Imagina, com isso, ser capaz de reverter o antiamericanismo endêmico na região e reverter a maré bolivariana. Posição semelhante a que ele vem adotando em relação ao islamofascismo e ao terrorismo islamita: tente amansá-los, mostrando que os EUA não são um país tão mau assim, e eles deixarão de apedrejar mulheres adúlteras e explodir bombas em mercados israelenses, é o que está dizendo Barack Hussein, entre um discurso "histórico" e outro.O que há de mais primário na retórica obamista é que ela parte da ideia idiota de que só há terrorismo islamita, assim como só há um Chávez ou um Zelaya, porque os EUA fizeram alguma coisa errada antes. Enfim, Blame America First, culpe primeiro os EUA, é o que diz o novo demiurgo da esquerda mundial, e tudo será resolvido. Como se o problema fosse os EUA, e não a Al-Qaeda ou Hugo Chávez. Como se estes odiassem os EUA pelo que o país fez um dia, e não pelo que é - um farol da Liberdade e da Democracia num mundo cada vez mais condescendente com tiranos e genocidas. Mas em vez de firmar posição em torno dessas bandeiras, o que faz Barack Hussein? Defende o retorno do golpista Zelaya ao poder, e tenta cair nas graças dos bolivarianos, esperando que, com isso, eles cessem seus ataques retóricos aos EUA. Não há tese mais furada. Não há empulhação maior.
Imaginem se Franklin Roosevelt ou Winston Churchil tivessem resolvido, para se contraporem à onda totalitária do final dos anos 30 na Europa, disputar popularidade com Adolf Hitler. Quebrariam a cara, claro: o totalitarismo nazista, em seu auge, contava com o apoio entusiasmado e fanático de praticamente a totalidade da população alemã, assim como o totalitarismo soviético se sustentou, durante décadas, devido ao enorme poder da máquina de propaganda comunista (que persiste hoje, é bom que se diga). Assim como quebraram a cara, também, e de forma ignominiosa, Neville Chamberlain e Edouard Daladier, respectivamente o primeiro-ministro britânico e o presidente da França, quando acreditaram ter conseguido apaziguar Hitler em 1938, concedendo-lhe territórios em troca da "paz de nosso tempo". Todos conhecem - pelo menos todos que estudam a História - a lição da Conferência de Munique: tiranos, assim como terroristas, não devem ser adulados, nem podem ser apaziguados. Também não será uma campanha de relações públicas que os demoverá de suas intenções totalitárias. O único meio de lidar com ditadores e candidatos a ditadores é confrontando-os. Pelo menos se o objetivo em mente for a preservação da Democracia. É uma pena que essa lição, que tanto mal teria poupado no passado, tenha sido totalmente esquecida.
O apoio de fato de Barack Hussein ao golpista Zelaya em Honduras entrará para a História como um dos momentos mais baixos, talvez o mais baixo, a que chegou o governo dos EUA, em toda sua história. Ao dar seu apoio, na prática, a quem quer jogar a democracia na lata do lixo Barack Hussein está reescrevendo a famosa Doutrina Monroe, de 1823, que queria salvaguardar a América do colonialismo europeu, assim como, mais tarde, os EUA salvaguardaram a América do marxismo. A diferença é que, em vez de "América para os americanos", temos hoje um novo lema: "A América para os bolivarianos". Não por acaso, o presidente norte-americano já está sendo chamado de Barack Hussein "Fidel Che" Obama por alguns colunistas conservadores (nos EUA, eles existem). Diogo Mainardi tem razão: Barack Hussein é um Henry Kissinger para ginasianos politicamente corretos.
Quem diria... Enquanto a pequena Honduras está dando uma lição ao resto do mundo, tendo enxotado um farsante que queria usar as instituições do país para destruir a democracia e se recusando a recebê-lo de volta, a maior superpotência do planeta, governada por apaziguadores esquerdistas, capitula ante a maré bolivariana, perfilando-se ao lado de ditadores e caudilhos. Thomas Jefferson e Abraham Lincoln devem estar se revirando no túmulo.
por Gustavo Bezerra, no Blog do Contra
Socialismo Latino-Americano

Comento:
Não. A disposição dos três de forma a lembrar os carrascos comunistas não foi mera coincidência. Este é o "socialismo do século XXI", as garras do Foro de São Paulo, que se abatem sobre Honduras que depôs um presidente que queria aviltar a Constituição e deturpar a democracia daquele país, apoiado que era pelo proto-ditador venezuelano.
O Plano Macabro de um Delinqüente Internacional
A imprensa brasileira, com exceções aqui e ali, segue a sua rotina vergonhosa de submissão ao golpismo bolivariano, ignorando todas as evidências de que Manuel Zelaya preparava um assalto à Constituição democrática. Pior: ignora a sua confissão. Agora, deve dar de ombros também para o fato de que Chávez coordenou pessoalmente a tentativa de retorno do chicaneiro a Honduras e apostava num banho de sangue.
A agência AFP captou o momento em que o ditador da Venezuela comandava, de seu gabinete, a operação. Até aí, já se sabia, não? O avião em que estava o ex-presidente hondurenho pertence ao braço da PDVSA nos Estados Unidos. Um repórter da TV de Chávez acompanhava a viagem, tudo transmitido ao vivo pela emissora oficial da Venezuela. O que não se tinha era a prova de que se planejava um massacre. Reportagem do jornal hondurenho El Heraldo.hn conta a história.
Estão vendo aquela lousa ao lado de Chávez? Está tudo ali. Traduzo trechos de reportagem do jornal hondurenho:
Mais do que ver um ex-militar golpista apontando para seu televisor Panasonic e aplaudindo a “façanha” de Zelaya, que era transmitida ao vivo pela Rede Telesur, especialistas em temas políticos e segurança chamaram a atenção para a mensagem escrita na lousa de fórmica e que pode ser uma clara manifestação de que o objetivo era provocar um massacre.
Afinado com as intenções que revela o escrito na lousa, Zelaya pedia, do avião, por intermédio de uma comunicação por satélite, que a população invadisse a pista do aeroporto para retirar os obstáculos que haviam sido colocado pelas forças militares. Houve a tentativa, mas a ação foi reprimida pelos soldados e pela polícia, que, segundo a Comissão de Direitos Humanos, usavam balas de borracha.
A mensagem textual na lousa de Chávez diz:“051345JUL09 Enjambre de abejas africanas, Tribuna Presidencial, heridos por picadas y desesperación de las personas.”
Mario Berríos, advogado e especialista em temas políticos e de segurança, assegura que se trata de uma mensagem escrita em código. O escrito “051345JUL09″, segundo ele, é o que se chama, em doutrina militar, “grupo-fecha-hora”. A mensagem revela o dia (05), o ano (2009) e a hora (13:45), e foi precisamente a hora em que a manifestação estava vencendo os policiais nas imediações de Camosa, sendo insuficientes os cordões de segurança para conter os que protestavam e impedir que se aproximassem do aeroporto Toncontín.
“Enxame de abelhas (Enjambre de abejas) africanas” se refere à manifestação, que, em alguns países, tem sido capaz de derrubar governos. No caso da ocorrina no domingo, em frente ao aeroporto, Berríos observa que, com efeito, os manifestantes chegaram de todos os cantos do país e “felizmente, não foi tão numerosa a ponto de derrubar o governo e vencer as Forças Armadas e a polícia”.
“Tribuna presidencial” significa que, ali mesmo, se daria posse a Zelaya, declarando-o novamente no poder da nação. A expressão “feridos por picadas”, segundo Berríos, pode ser o mais preocupante da mensagem e da Operação Chávez, já que denota que o objetivo era provocar uma resposta violenta das forças militares e policiais ou que, mesmo entre os manifestantes, haveria feridos, com tiros a queima-roupa para provocar novos mártires”.
Cabe destacar que, um dia antes, o cardeal Óscar Rodriguez lembrou que não era recomendável o retorno de Zelaya. E observou que, afinal, no país, não havia um só morto em razão da crise política.
“Desespero das pessoas” poderia significar que a estratégia final era provocar o caos e um estado de ingovernabilidade diante de mortos e feridos.(…)
Comento
Quanto a Zelaya…
Ainda que a mensagem na lousa de Chávez nada significasse, o fato é que a foto o flagra acompanhando, numa transmissão via satélite, o que pode ser caracterizado como uma intervenção em solo estrangeiro.
Alguma esperança
Honduras resiste a um impressionante cerco, que, acreditem, ainda tem no comando um bandido explícito como Hugo Chávez. Quanto à esmagadora maioria da imprensa brasileira, dizer o quê? A cobertura nunca foi tão parecida com a do Granma, o jornal do Partido Comunista de Cuba. Como não é Granma que se esforça para ter o padrão do jornalismo que se faz no Brasil, é, então, o jornalismo que se faz no Brasil que está se esforçando para ter o padrão do Granma. E está sendo muito bem-sucedida na tarefa.
A agência AFP captou o momento em que o ditador da Venezuela comandava, de seu gabinete, a operação. Até aí, já se sabia, não? O avião em que estava o ex-presidente hondurenho pertence ao braço da PDVSA nos Estados Unidos. Um repórter da TV de Chávez acompanhava a viagem, tudo transmitido ao vivo pela emissora oficial da Venezuela. O que não se tinha era a prova de que se planejava um massacre. Reportagem do jornal hondurenho El Heraldo.hn conta a história.
Estão vendo aquela lousa ao lado de Chávez? Está tudo ali. Traduzo trechos de reportagem do jornal hondurenho:
Mais do que ver um ex-militar golpista apontando para seu televisor Panasonic e aplaudindo a “façanha” de Zelaya, que era transmitida ao vivo pela Rede Telesur, especialistas em temas políticos e segurança chamaram a atenção para a mensagem escrita na lousa de fórmica e que pode ser uma clara manifestação de que o objetivo era provocar um massacre.Afinado com as intenções que revela o escrito na lousa, Zelaya pedia, do avião, por intermédio de uma comunicação por satélite, que a população invadisse a pista do aeroporto para retirar os obstáculos que haviam sido colocado pelas forças militares. Houve a tentativa, mas a ação foi reprimida pelos soldados e pela polícia, que, segundo a Comissão de Direitos Humanos, usavam balas de borracha.
A mensagem textual na lousa de Chávez diz:“051345JUL09 Enjambre de abejas africanas, Tribuna Presidencial, heridos por picadas y desesperación de las personas.”
Mario Berríos, advogado e especialista em temas políticos e de segurança, assegura que se trata de uma mensagem escrita em código. O escrito “051345JUL09″, segundo ele, é o que se chama, em doutrina militar, “grupo-fecha-hora”. A mensagem revela o dia (05), o ano (2009) e a hora (13:45), e foi precisamente a hora em que a manifestação estava vencendo os policiais nas imediações de Camosa, sendo insuficientes os cordões de segurança para conter os que protestavam e impedir que se aproximassem do aeroporto Toncontín.
“Enxame de abelhas (Enjambre de abejas) africanas” se refere à manifestação, que, em alguns países, tem sido capaz de derrubar governos. No caso da ocorrina no domingo, em frente ao aeroporto, Berríos observa que, com efeito, os manifestantes chegaram de todos os cantos do país e “felizmente, não foi tão numerosa a ponto de derrubar o governo e vencer as Forças Armadas e a polícia”.
“Tribuna presidencial” significa que, ali mesmo, se daria posse a Zelaya, declarando-o novamente no poder da nação. A expressão “feridos por picadas”, segundo Berríos, pode ser o mais preocupante da mensagem e da Operação Chávez, já que denota que o objetivo era provocar uma resposta violenta das forças militares e policiais ou que, mesmo entre os manifestantes, haveria feridos, com tiros a queima-roupa para provocar novos mártires”.
Cabe destacar que, um dia antes, o cardeal Óscar Rodriguez lembrou que não era recomendável o retorno de Zelaya. E observou que, afinal, no país, não havia um só morto em razão da crise política.
“Desespero das pessoas” poderia significar que a estratégia final era provocar o caos e um estado de ingovernabilidade diante de mortos e feridos.(…)
Comento
Qualquer leitor, eu inclusive, fica um pouco com o pé atrás, não? Há, acima, interpretação, é verdade. E se Chávez agora se interessa mesmo por abelhas africanas, não é mesmo? Ora, querem coisa mais comum do mundo do que um presidente ter em sua sala uma lousa de fórmica com os dizeres “abelhas africanas”, “feridos”, “desespero das pessoas” e “tribuna presidencial”? E isso no momento em que acompanha, ao vivo, uma operação em solo estrangeiro - com a invasão do espaço aéreo daquele país, é bom notar.
Quanto a Zelaya…
Que tipo de governante incita seu próprio povo a confrontar soldados armados, pedindo que avancem contra equipamentos militares? Bem, é o tipo de governante que merece o apoio de líderes do mundo inteiro - inclusive o de Barack Hussein, que reconhece antiamericanismo no sujeito, mas tudo bem…
Ainda que a mensagem na lousa de Chávez nada significasse, o fato é que a foto o flagra acompanhando, numa transmissão via satélite, o que pode ser caracterizado como uma intervenção em solo estrangeiro.
Alguma esperança
Óscar Arias, presidente da Costa Rica, foi indicado como mediador da crise, como vocês já devem ter lido. Foi aceito pelas partes em conflito e deve começar por promover um encontro entre Manuel Zelaya e Roberto Micheletti, presidente interino de Honduras. Vamos ver. Até agora, os bolivarianos falharam em duas tacadas: a) no golpe que implantaria um regime chavista no país; b) na tentativa de induzir uma resposta violenta dos militares, que resultasse num banho de sangue.
Honduras resiste a um impressionante cerco, que, acreditem, ainda tem no comando um bandido explícito como Hugo Chávez. Quanto à esmagadora maioria da imprensa brasileira, dizer o quê? A cobertura nunca foi tão parecida com a do Granma, o jornal do Partido Comunista de Cuba. Como não é Granma que se esforça para ter o padrão do jornalismo que se faz no Brasil, é, então, o jornalismo que se faz no Brasil que está se esforçando para ter o padrão do Granma. E está sendo muito bem-sucedida na tarefa.
por Reinaldo Azevedo
Apoio ao Povo e à Democracia de Honduras
Há uma página em Petition On-Line de respaldo às instituições democráticas em Honduras, as mesmas que destituíram o golpista Manuel Zelaya - que, apoiado pelo proto-ditador Hugo Chávez, queria modificar a cláusula pétrea da Constituição daquele país para perpetuar-se no poder, muito embora, agora, negue o fato!
O mais interessante na página é que tal petição foi feita, vejam só, por venezuelanos! Eles sabem o que fazem, porque sabem o que tem sofrido nas mãos do filhote de Fidel, com seu "socialismo do século XXI" - o mesmo socialismo que levou a matança, a fome e os trabalhos forçados de forma indiscriminada à Coréia do Norte, à China, a Cuba, à URSS e onde mais foi implantado no século passado.
Assinem. Vamos apoiar totalmente as instituições e o povo hondurenho, que garantiram que a verdadeira democracia continuará viva naquele país, com a esperança de que, um dia, os brasileiros acordemos e consigamos dar um basta! nos delírios do nosso filhote de Fidel e seus asseclas do PT/PC do B/PSOL/PCO e outros partidecos esquerdistas-comunistas.
O mais interessante na página é que tal petição foi feita, vejam só, por venezuelanos! Eles sabem o que fazem, porque sabem o que tem sofrido nas mãos do filhote de Fidel, com seu "socialismo do século XXI" - o mesmo socialismo que levou a matança, a fome e os trabalhos forçados de forma indiscriminada à Coréia do Norte, à China, a Cuba, à URSS e onde mais foi implantado no século passado.
Assinem. Vamos apoiar totalmente as instituições e o povo hondurenho, que garantiram que a verdadeira democracia continuará viva naquele país, com a esperança de que, um dia, os brasileiros acordemos e consigamos dar um basta! nos delírios do nosso filhote de Fidel e seus asseclas do PT/PC do B/PSOL/PCO e outros partidecos esquerdistas-comunistas.
terça-feira, 7 de julho de 2009
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